Vamos tornar os perfeccionistas mais flexíveis

Rodrigo Cardoso

Hoje vou abordar o perfil de comportamento conhecido como perfeccionista. Vamos torná-los mais flexíveis!
O Perfeccionista é cuidadoso, idealista, ele pode ser um gênio.
É muito talentoso e criativo, apreciador da beleza.
Sensível às pessoas.
Tem altos padrões, quer tudo feito corretamente.
Em casa – ele mantém a ordem, arruma a bagunça dos filhos.
É orientado pelo horário, sacrifica-se pelos outros.
É Persistente e minucioso, ordeiro e organizado.
Arrumado e bastante econômico.
Não gosta de ver nada fora do lugar.
São capazes de parar de prestar atenção, se perceberem que um quadro está ligeiramente inclinado.
Você conhece alguém assim?
O perfeccionista no trabalho costuma encontrar soluções criativas, precisa terminar o que começou, gosta de gráficos, tabela e listas.
Ele é excelente para cuidar das finanças, logística, auditoria, enfim, tudo o que necessita de muita precisão.
Para minha sorte, o DJ Edgar, que me acompanha em todas as palestras, há quase 13 anos, tem esse perfil muito acentuado em sua personalidade, o que faz com que seu trabalho seja sempre impecável.
O perfeccionista escolhe seus amigos com cuidado, evita chamar a atenção e procura o parceiro ideal.
Porém, seu ponto fraco é que fica facilmente deprimido;
Costuma ter uma baixa auto-imagem; Costuma absorver o estresse. Diferente do popular, o perfeccionista não extravasa.
É extremamente inflexível e normalmente espera todos os sinais ficarem “verdes” para entrar em ação.
A dica é ser grato por entender seu temperamento, tornar-se um pouco mais flexível, saber que mesmo que as coisas não estejam ainda perfeitas, elas podem começar a funcionar.
Você já imaginou se fossemos exigir de Santos Dumont, um avião com ar condicionado e transcontinental, com poltronas reclináveis e serviço de bordo.
Estaríamos até hoje sem voar!

Escrito por **Rodrigo Cardoso** – PRESENÇA CONFIRMADA PARA O 2º CONGRESSO DE RECURSOS HUMANOS DO INTERIOR PAULISTA COM A PALESTRA – ” Atitudes, Comportamentos e Técnicas para Líderes e Gestores Corporativos” 

• Engenheiro formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP)
• Pós graduado em Psicologia – FACIS IBHE – SP
• Leader Coach pela Institute for International Research & Crescimentum
• Master Practitioner em programação neuroligüística pela SBPNL
• Treinado pela Robbins Research International – EUA e Austrália
• Participou de eventos diretamente com Richard Bandler, criador da PNL
• Cursou os cliclos Blue and Red pela Matrix University do Brasil
• Autor de diversos artigos na área de motivação, sucesso, desenvolvimento pessoal e profissional
• Professor de Planejamento Estratégico, Negociação, Vendas, Atendimento ao Cliente, Liderança, Oratória e Motivação
• Palestrante Internacional – Além de treinar empresas por todo Brasil, já ministrou palestras na cidade de Orlando nos EUA e na cidade de Buenos Aires na Argentina
• Especialista em atitude e comportamento organizacional
• PEAK PERFORMANCE TRAINER no programa PARAGON com 60 horas de duração pela Matrix University do Brasil.
• Processo Hoffman da Quadrinidade – Eleito como o melhor treinamento comportamental pela Universidade de Harvard. Ministrado para os 40 de seus melhores alunos do Curso de Gestão e Liderança. Atestado pela Universidade da Califórnia e Stanford por seu poder transformador.
AUTOR DOS LIVROS
• “A Resposta do Sucesso Está Em Suas Mãos”, pela editora Resultado, que teve sua primeira edição esgotada em 1 mês
• “Faça Diferente, Faça a Diferença”, pela editora Record, que teve sua primeira edição esgotada em apenas 1 semana
• “Ganhando Mais”, Best Seller Internacional pela Editora Fundamento em co-autoria com o neozelandês Ian Brooks
• “Gigantes da Liderança” e “Gigantes da Motivação”, juntamente com outros autores e idealizado por Raul Candeloro, Rodrigo Cardoso foi lembrado entre os 25 nomes mais requisitados no Brasil quando o assunto é Motivação e Liderança
AUTOR DOS DVD´s
Seminário Empresarial Ultrapassando Limites – “Gravação ao vivo da palestra de encerramento do 7º Congresso Nacional de Vendas em São Paulo para um público de 1400 pessoas” e cursos: Liderança Extraordinária, Atendimento ao Cliente, Profissionais de Vendas e A Arte de Falar em Público.
Profissionalmente, Rodrigo Cardoso atuou como: Engenheiro de Instalações da Método Engenharia, Diretor da Escola Cursos de Aprendizagem Acelerada; Vice-presidente de uma rede de franquias: Accelerated Learning do Brasil e Presidente da Organon Engenharia.

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Julio César Prado é nomeado embaixador da pessoa com deficiência no Brasil e lança projeto

Perda da audição motivou ex-jogador de futebol profissional a criar projeto de inclusão social de surdos, que é referência no Estado de São Paulo

Júlio Cesar

Mais do que ex-jogador, Julio César Prado é um exemplo para a sociedade. O ex-boleiro, que atuou profissionalmente no Corinthians e Palmeiras na década de 80, perdeu totalmente a audição há 15 anos e neste mês foi nomeado embaixador da pessoa com deficiência no Brasil, no último dia 16, durante a décima edição da Reatech, feira internacional de tecnologias em reabilitação, inclusão e acessibilidade.

Presidente do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência (Conade), Moises Bauer oficializou a nomeação durante o evento, que contou também com outros nomes importantes do futebol brasileiro: Dino Sani, Zé Maria e Wladimir Rodrigues dos Santos, ex-jogadores do Corinthians, Olegário Tolói de Oliveira, Dudu ex-Palmeiras e Bruno Ferreira Bonfim. Dentinho, do Corinthians, e o radialista Osmar Santos também marcaram presença.

Na mesma cerimônia em que Júlio César foi oficializado embaixador da pessoa com deficiência, realizou-se o lançamento do Instituto Jogadas da Vida, gerenciado pelo ex-jogador e projeto inovador na área social. Hoje com 47 anos, Júlio perdeu totalmente a audição aos 32 anos, devido a um problema ocasionado pela grande quantidade de cálcio em seu organismo. Com a perda auditiva, veio a ideia de tentar ajudar outras pessoas que enfrentavam a mesma situação. Júlio começou a estudar mais sobre os esportes e criou exercícios para desenvolver as habilidades dos deficientes auditivos. Depois de muito esforço, a Secretaria Municipal de Esportes do Estado de São Paulo reconheceu o projeto, que é único no Brasil.

Embora não haja muitos profissionais de educação física especializados em educação especial, centenas de crianças e adolescentes da periferia da cidade de São Paulo são beneficiadas pelo projeto “Jogadas da Vida”. “Deus me deu uma grande missão, mas jamais deixou de colocar anjos em meu caminho para que eu pudesse realizá-la”, disse Júlio.

O instituto tem por finalidade “promover a educação, capacitação e inclusão social e corporativa da pessoa com deficiência através de projetos educacionais e cursos de capacitação profissional, bem como contribuir para o bem-estar e o desenvolvimento pessoal e profissional da pessoa com deficiência, promovendo a qualidade de vida e a inclusão digital”.

Entre os serviços oferecidos pelo Jogadas da Vida, aparecem cursos básicos de informática, atendimento e recepção. Além disso, oferece palestras, orientação pessoal e profissional, orientação familiar, projetos esportivos, aulas de dança, música e artes cênicas para pessoas com qualquer tipo de deficiência. Para participar, basta comparecer ao instituto e se enquadrar em um dos cursos de interesse ministrados de acordo com a sua deficiência.

O instituto vai ainda cadastrar a pessoa deficiente e posteriormente oferecer curso gratuito de capacitação profissional e inseri-los no mercado de trabalho. Dando apoio psicológico não só a PCD (Pessoa Com Deficiência), mas também a sua família. “Enfim, vamos proporcionar desenvolvimento e qualidade de vida à pessoa com deficiência e sua família através do esporte, educação, apoio psicológico e espiritual trabalhando o PCD como um todo”, conclui o ex-jogador.

Escrito por **Júlio Cesar** – PRESENÇA CONFIRMADA PARA O 2º CONGRESSO DE RECURSOS HUMANOS DO INTERIOR PAULISTA COM A PALESTRA SHOW – ” JOGADAS DA VIDA, A TRAJETÓRIA” 

** Palestrante oficial das palestras de  abertura dos  8 fóruns internacional de arquitetura e turismo acessível visando copa do mundo e olimpíadas que se realizam em 8 capitais do Brasil a partir de Janeiro/2012.

Bi-campeão pelo Corinthians e seleção brasileira o ex-jogador Julio Cesar, surdo aos 30 anos, mostra através de suas palestras e treinamento de vendas e negociação porque é considerado o mais novo fenômeno em capacitação e desenvolvimento empresarial.

Antes de perder a audição, jogou futebol profissional em equipes como: Palmeiras, Corinthians (“Democracia Corintiana”), Ponte Preta, Comercial de Ribeirão Preto, Antuerpen da Bélgica, etc. na década de 1980.
Após encerrar carreira, trabalhou por 10 anos na multinacional Pirelli, como vendedor, gerente e supervisor de vendas.
Atualmente, trabalha com crianças e jovens surdos. Desenvolveu o PROJETO “EDUCAÇÃO INTEGRAL DO SURDO ATRAVÉS DO ESPORTE”, o qual se dedica há cerca de dez anos, coordenando aulas em três escolas especiais municipais de São Paulo, que já beneficiaram milhares de crianças surdas.

Paralelamente, escreveu o livro “JOGADAS DA VIDA”, lançado no Brasil, Europa e África com o principal objetivo de expor a trajetória de sua vida (jogador, vendedor, início da surdez e trabalho de educador de surdos), proporcionando oportunidades para reflexão sobre como é possível adquirir e/ou modificar conceitos éticos, morais e espirituais, através do autoconhecimento adquirido pela superação de obstáculos durante o desencadear destes acontecimentos.

Atualmente, sua principal atividade passou a ser suas palestras e cursos de treinamento, focados para a área de vendas, Excelência em Atendimento, Trabalho em Equipe,Ética Profissional e Marketing Pessoal.

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EMPRESA GENTIL = LUCRO MAIOR

Rosana Braga

Acredite! Gentileza faz muito bem à sua saúde, tanto física, quanto emocional, espiritual, profissional e, consequentemente, até a financeira. A gentileza é poderosa! É capaz de abrir portas até então trancadas a sete chaves e amolecer pedras. A gentileza faz milagres, meu caro, pode apostar!

As estatísticas comprovam! Uma pesquisa realizada na Universidade da Califórnia pela professora Sonja Lyubomirsky, mostrou que as pessoas são mais felizes quando são gentis. E mais: que uma variedade de atitudes gentis gera mais felicidade do que repetir várias vezes um mesmo gesto gentil. O resultado dessas pequenas ações, garantem os cientistas, vai além do que os olhos podem ver. Outro estudo, publicado na revistaProceedings of the National Academy of Sciences, comprovou também que a gentileza é contagiante. “Quem se beneficia de um ato de gentileza, passa adiante a gentileza para pessoas que inicialmente não estavam envolvidas no ato”, declararam. A generosidade de uma pessoa, durante o estudo, se espalhava para três outras pessoas e, em seguida, para nove pessoas com as quais estas três interagiam e assim por diante. Exatamente como não se cansava de repetir o Profeta Gentileza (de quem conto a história completa em meu livro O PODER DA GENTILEZA): Gentileza gera Gentileza.

Outro dado interessante é mostrado na pesquisa feita com 15 mil adultos, durante 15 anos, também pela Universidade da Califórnia. O estudo revelou as duas principais causas que dobram as chances de uma pessoa sofrer de hipertensão e problemas cardíacos: hostilidade nas relações interpessoais e impaciência ou pressa. E o que é isso senão falta de gentileza com o outro, com a vida e consigo mesmo? E os números não param por aí. Quando disse que a gentileza influencia diretamente também a sua saúde profissional e financeira, não estava sendo subjetiva! Obviamente, não se trata de transformar a gentileza numa moeda de troca, mas terminam sendo inevitáveis os benefícios propiciados por esta conduta também no âmbito profissional e, portanto, financeiro. O fato é que as empresas têm valorizado cada vez mais os colaboradores, atendentes, vendedores e gestores que sabem conciliar e ter uma atitude positiva diante das dificuldades, de qualquer ordem.

Profissionais que tumultuam o ambiente de trabalho, que não sabem trabalhar em equipe nem se comunicar, são convidados a deixar a empresa na primeira oportunidade. O mercado é cada vez mais exigente e para vencer a concorrência só existe um caminho: atingir a excelência, especialmente na fidelização dos clientes. E é muito fácil, enquanto consumidores, perceber que deixamos uma marca ou um serviço de lado – e ainda falamos mal deles – quando somos atendidos sem gentileza e respeito.

Entretanto, enquanto fornecedores, ou seja, enquanto empresas gentis, muitas vezes os gestores demoram a compreender que se não investirem, urgente e constantemente, no treinamento da gentileza de sua equipe, de seus gerentes e líderes, rapidamente perderão lugar para aquelas que investem. Uma pesquisa feita pela US News and World Report revelou os motivos pelos quais as empresas perdem seus clientes. Ao contrário do que muitos pensam, o valor do produto ou serviço é menos levado em conta (apenas 9%) do que a qualidade desse produto (14%), e a qualidade do produto, bem menos que a qualidade do atendimento (68%), conforme mostram os números. Isso mesmo: sete a cada dez clientes deixam de dar lucro a uma marca ou serviço porque ficaram insatisfeitos com a atitude do pessoal, com a qualidade do tratamento que receberam. Ou seja, ninguém gosta de ser maltratado, muito menos quem está pagando. E lembre-se que essas pessoas não só abandonam o tal fornecedor sem gentileza na primeira oportunidade, como também fazem questão de avisar ao maior número de pessoas para não se tornarem clientes dele.

A Manager Assessoria em RH, empresa dedicada à captação de profissionais, entrevistou 132 principais executivos de RH de empresas com mais de mil funcionários em todo o Brasil e questionou: “O que mais conta na hora da contratação de um colaborador?”. E o resultado foi categórico: conhecimento técnico e comportamento. Mas note bem: ficou claro que, com bom conhecimento e mau comportamento, o profissional é facilmente descartado, enquanto que com um comportamento extraordinário, mesmo sem conhecimento suficiente, pode ser contratado e treinado.

E a falta de gentileza não afeta uma carreira ou uma empresa somente no momento da contratação. Sabemos que em qualquer organização existem problemas a serem resolvidos o tempo todo. O que determina o sucesso ou o fracasso de cada uma é o modo como lidam com esses problemas. As que estão atentas ao ambiente, sempre promovendo harmonia, integração e motivação, certamente estarão muito menos sujeitas aos prejuízos causados por afastamentos, faltas e absenteísmo, ou seja, com o tempo de trabalho perdido quando os empregados não estão na empresa ou produzindo tanto quanto poderiam se estivessem bem!

O maior problema é que muitos administradores e até os presidentes de empresas, equivocadamente, ainda compreendem a gentileza por um viés romântico. Mas a verdade é que este comportamento deixou de ser “artigo de luxo” para se tornar requisito fundamental na postura de todos, na vida em geral e dentro de uma empresa. Recentemente, uma revista especializada em empregabilidade publicou uma pesquisa revelando que 87% dos colaboradores são também demitidos por inadequações comportamentais. Porém, mais do que garantir estabilidade ou sucesso profissional, a gentileza é fator determinante para aumentar o lucro das organizações. Ou seja, empresas e colaboradores que não conhecem ou ainda duvidam do poder da gentileza estão fadados senão ao fracasso, certamente à estagnação ou à falta de sucesso.

No que se refere aos afastamentos, improdutividade ou absenteísmo, não é difícil supor que empresas gentis, no sentido amplo e irrestrito da palavra, propiciam – direta e indiretamente – mais saúde física e emocional aos seus funcionários, evitando inclusive pedidos de demissões de profissionais em busca de uma empresa mais saudável para a qual possam oferecer a qualidade diferenciada de seu trabalho. Ao contrário, empresas que não sabem valorizar nem reconhecer seus colaboradores, que não priorizam a gentileza no atendimento interno e externo, terão não só evidentes problemas para manter parcerias, concretizar negócios e conquistar o mercado, como também para manter a saúde, inclusive financeira, de seu sistema produtivo.

E sinto em informar que os dados não têm sido nada promissores. A Previdência Social mostra que as duas principais causas de afastamento nas empresas são estresse e depressão. Isto é, fatores comportamentais! Para se ter uma ideia do tamanho da encrenca, em 2006, o número de afastados foi de 612 pessoas. Em 2009, pasme, esse número subiu para 14 mil. Isso mesmo: em apenas três anos, a depressão e o estresse aniquilaram 22 vezes mais a produtividade dos trabalhadores. E se isso não for preocupante, se esses dados não servirem para alertar os gestores de que algo precisa ser feito para despertar em seu pessoal uma nova forma de se relacionar e de viver, não consigo imaginar onde vamos parar!

E quer saber quanto isso custa aos donos das empresas? Basta fazer contas. Vamos supor que, numa organização, duas pessoas sejam afastadas durante 15 dias por questões de saúde. Um por conta de uma depressão e a outra por causa de uma crise de hipertensão. Ambas estão, muito provavelmente, com problemas de relacionamento e comunicação, e não seria nada surpreendente se acreditássemos que esses problemas afetam também o ambiente corporativo. É absolutamente certo que com um pouco mais de gentileza, esse quadro poderia ser visivelmente melhorado!

Mas voltando ao raciocínio matemático, o fato é que, se trabalham oito horas por dia, serão 16 horas desperdiçadas em cada um dos 15 que estarão fora. Considerando que não trabalhem aos finais de semana, serão 160 horas jogadas no lixo ao final da segunda semana. Dinheiro deixado de ganhar. Tempo que não produziram. Mas não é só isso! A empresa terá de pagar o salário e também os encargos desses funcionários como se estivessem trabalhando. Quanto isso significa de perda em dinheiro? E em resultados? Qual o tamanho do prejuízo? Certamente, grande! E nem começamos a falar naqueles que estão na empresa mas, além de produzirem aquém do que poderiam se estivessem motivados, integrados e se sentindo num ambiente acolhedor, ainda causam conflitos entre os colegas por pura falta de gentileza. Enfim, creio que não existam mais dúvidas de que a gentileza é determinante na produtividade e no lucro das empresas.

 Tom Peters, considerado guru de administração de empresas desde a década de 1970 até os dias atuais e co-autor do livro In Search of Excellence (no Brasil, editado com o título de Vencendo a Crise) foi muito pontual ao enfatizar que uma empresa pode fazer uma tonelada com matéria-prima, mas o interessante é ter uma proposta de valor agregado diferente. “Toda empresa deveria ter um diretor de experiência”, aconselha, defendendo que a coisa mais dura e duradoura são os relacionamentos, os nossos clientes, por isso a importância da execução com Excelência. “Execução são as pessoas. Se você executar bem, já ganhou dos outros. Sou louco por execução”, declarou. Para ele, as empresas só existem por um único motivo: para prestar serviços. E isso vale para uma igreja, um hospital, uma loja e para todo mundo. “O caminho para a maximização do lucro é uma atitude decente”. O especialista garante que as simples cortesias são a base da satisfação e retenção de clientes e funcionários. Como líder, diz ele, você precisa dedicar a sua carreira para o desenvolvimento de 100% das pessoas no seu cargo. “Você saberá que está tendo sucesso quando puder ver que eles estão comprometidos com a excelência em tudo que fazem”. Desta experiência, Peters listou as seguintes lições: 1 - A qualidade das interações positivas pode ser mais memorável do que o problema. 2 - Funcionários felizes, clientes satisfeitos. 3 – Fazer a coisa certa gera qualidade. 4 – A gentileza é de graça e dá lucro.

Sim, foi o que ele disse! A gentileza é de graça e dá lucro! Por isso, mesmo que se tenha de investir em treinamentos acerca do poder da gentileza, termina me parecendo fácil fazer comparações. Entre a produtividade e o absenteísmo, entre a gentileza e a dificuldade de se relacionar, o preço pago pelos afastamentos causados pela falta de gentileza é extremamente mais alto. Leonardo Boff, teólogo, escritor e professor universitário que levanta a bandeira da gentileza com mestria, muito bem avisou: “Ou seremos gentis e cuidantes ou nos entredevoraremos”. Eu arriscaria dizer que temos perdido ótimas oportunidades de cuidarmos uns dos outros e, assim, já estamos nos entredevorando, muitas vezes. E pagando um preço bastante caro por isso! Até quando? No que se refere à sua vida e sua empresa, a decisão é sua!

Escrito por **Rosana Braga** – PRESENÇA CONFIRMADA PARA O 2º CONGRESSO DE RECURSOS HUMANOS DO INTERIOR PAULISTA COM A PALESTRA – ” INTELIGÊNCIA AFETIVA NAS CORPORAÇÕES”

**Reconhecida como uma das maiores especialistas em relacionamento & comunicação do país,Rosana Braga desenvolve um trabalho considerado inspirador e eficaz, promovendo mudanças no âmbito profissional e pessoal.

Avaliada duas vezes consecutivas entre os cinco melhores conferencistas do Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento (CBTD 2008 e 2009), com nota média de 9,83, Rosana é pesquisadora em sua área há mais de 10 anos e surpreende ao propor atitudes e soluções no complexo mundo das relações, conduzindo as pessoas a se apoderarem de seu potencial, ressaltando a diferença entre “quem quer” e “quem faz”.
Contratada pela Microsoft como escritora oficial do MATCH.COM, o maior site de relacionamentos do mundo, bem como para o site do MSN e Paquera, no Brasil, ela é conferencista, escritora, jornalista e consultora em relacionamentos.
É autora de diversos livros, dentre eles o mais recente sucesso O Poder da Gentileza, que aborda questões comportamentais cuja mensagem central é: o modo como você trata as pessoas determina quem você é! e também do Faça o Amor Valer a Pena. É ainda autora e apresentadora dos DVDs de treinamento corporativo O Poder da Gentileza no Atendimento ao Cliente e O Poder da Gentileza no Atendimento Telefônico e do DVDs Inteligência Afetiva, volumes 1 e 2.

  • Formada em Jornalismo
  • Formada em Eneagrama para o Autoconhecimento
  • Cursando Psicologia
  • Editora Chefe de várias revistas, entre elas: Evoluser
  • Escritora da Microsoft – contrato internacional com MSN e portal Match.com (O maior portal
  • de relacionamento do mundo)
  • Formada no Processo Hoffman da Quadrinidade (aplicado aos alunos da pós-graduação em
  • Liderança da Universidade de Harvard)
  • PNL voltada para autoestima e autoconhecimento
  • Cursos com foco em performance profissional de produtividade: Meditação Ativa e Transcendental
  • Eleita entre as 5 melhores palestrantes no CBTD – Congresso Brasileiro de Treinamento e Desenvolvimento entre mais de 80 conferencistas
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ENEAGRAMA NO EXERCÍCIO DA LIDERANÇA

Nicolai Cursino

Quando pensamos no tipo de mundo em que viveremos daqui pra frente, está claro que ele depende, em grande parte, das decisões e da direção que será tomada por nossos líderes. Em uma época onde há mais dinheiro nas mãos de bancos e empresas privadas do que no cofre das grandes nações, os líderes de organizações aparecem como os maiores responsáveis pelo que acontece no mundo de hoje – e pelo que vai acontecer no mundo de amanhã.

Se a nossa visão nos leva para a realização de uma sociedade melhor, mais sustentável, justa, ecológica, próspera e de gente mais feliz, isso está em grande parte nas mãos dos líderes de nossas empresas atuais.

Muitos esforços e investimentos têm sido empregados no desenvolvimento de líderes, sendo usadas para isso diferentes ferramentas, métodos e recursos. Chama a atenção um sistema em especial, que tem se destacado ao redor do mundo em organizações inovadoras como um processo de crescimento verdadeiro, profundo e corajoso. Esse sistema se chama Eneagrama.

Mas por quê organizações como Boieng, Disney, Embraer e Vivo se utilizariam de um sistema que teve sua origem no oriente, com raízes que remontam há pelo menos 2500 anos atrás? E por quê organizações como Toyota, Roche/Genentech, Daimler/Mitsubish, Best Nuy, Federal Bank Reserve, Banco Itaú e Avon, insistiram nesse sistema em programas de desenvolvimento com pelo menos 18 meses de duração, com alguns chegando a 13 anos?

O Eneagrama é um mapa e um sistema de desenvolvimento pessoal e organizacional que descreve nove tipos principais de personalidades, cada uma com suas tendências mentais, emocionais e instintivas. Apesar de também descrever prováveis comportamentos para cada um desses tipos, sua riqueza está no fato de ele ser muito mais do que uma tipologia de personalidades. Ele descreve as motivações por trás das ações, as crenças e as estratégias inconscientes por trás das decisões, e as rotas exatas e mais eficientes de crescimento e expansão para além dos padrões de cada tipo. É um mapa e uma estratégia de maturidade, desenvolvimento e diversidade.

Uma vez descobertos os tipos principais das pessoas na organização por um sistema experiencial, divertido e engajante de autodiagnóstico, inicia-se um processo de sensibilização cultural para reconhecimento e consciência dos próprios padrões (positivos e desafiantes)  e também para aceitação e a incorporação das diferentes. O objetivo final não é apenas conhecer a sua personalidade e a dos outros, mas expandir-se e desenvolver-se além delas, incorporando características positivas dos demais tipos para melhoria de sua liderança.

Identificadas as necessidades reais do negócio, a cultura e o momento da organização, o sistema é, então, integrado podendo tomar uma série de aplicações diferentes. Liderança, comunicação, formação de equipes de alto desempenho, aprimoramento da inteligência emocional, coaching, gestão de conflitos, feedback, tomada de decisões, vendas e negociação, entre outras possíveis.

Diversas metodologias de desenvolvimento organizacional são integradas e customizadas conforme os diferentes tipos de personalidade do Eneagrama e suas metodologias de desenvolvimento. O resultado, como têm relatado algumas organizações citadas neste artigo, são resultados profundos de desenvolvimento com um efeito contagiante de alto entusiasmo em toda organização. Efeito esse que acaba sendo levado além das empresa, para as casas e as famílias. Uma vez que você conhece o Eneagrama, você não consegue mais parar de falar nele!

É importante também saber que a divisão inicial em nove tipos de personalidades principais é ainda apenas a ponta do iceberg. Cada um desses tipos é ligado diretamente a dois outros tipos por suas “flechas”, indicando desafios de desenvolvimento, além de tendências em momentos de stress e segurança. Também é influenciado por suas “asas”, ou seja, personalidades vizinhas à sua que podem aparecer no jogo de vez em quando. Há ainda subtipos dentro de cada um dos tipos e pelo menos nove níveis de maturidade (consciência) diferentes, levando a um sistema de alta precisão que a esta altura já leva a mais de 1000 tipos de personalidades.

Interagindo de forma integrada com o mapa de personalidades vem ainda sua influência em elementos como a obtenção de resultados, a tomada de decisões, o autodomínio, a comunicação, o gerenciamento das equipes, a gestão da mudança e o estilo de liderança.

Trabalhar com o Eneagrama em empresas tem sido para mim não apenas uma forma de agregar um imenso valor ao negócio dos meus clientes, como também uma enorme oportunidade de crescimento pessoal. É impossível trabalhar como esse sistema sem ser profundamente influenciado por ele.

Convido a você a conhecer e deixo aqui o meu agradecimento verdadeiro a esse sistema que já tanto melhorou minha carreira, minha família, minha vida pessoal e também a vida de milhares de pessoas que já tive o prazer de ensinar pessoalmente esse sistema.

É um caminho sem volta, no melhor sentido que isso possa ter.

Escrito por **Nicolai Cursino** – PRESENÇA CONFIRMADA PARA O 2º CONGRESSO DE RECURSOS HUMANOS DO INTERIOR PAULISTA COM A PALESTRA – ” ENEAGRAMA PARA RECURSOS HUMANOS”

** Consultor internacional em Desenvolvimento Humano e Corporativo.

Engenheiro de Produção formado pela USP.

Trainer em Programação Neurolinguística pela NLP University – Califórnia, e membro da NLP Global Training and Consulting Community.

Coach profissional certificado pela ICC – International Coaching Community.

Membro profissional e um dos fundadores da International Enneagram Association – Brasil (Associação Brasileira de Eneagrama).

Certificado em aplicação de Eneagrama para empresas pela consultora americana Ginger Lapd-Bogda Ph.D.

Certificado em hipnose ericksoniana com reconhecimento pelo American Board of Hypnotheraphy e pela American Society of Clinical Hypnosis. Consultor associado ao The Global Institute for Trauma Resolution.

Ex profissional da EMBRAER S.A. na área de relacionamento internacional com autoridades governamentais.

Consultor em empresas líderes no Brasil e no mundo, tais como Itaú, Vivo, Bradesco, Embraer, Oi, Votorantim, Camargo Corrêa, Unilever, Philips, Danone, Schinchariol, Cosan, Perdigão, Skanska, Chemtura, e muitas outras. Entre as organizações na área de saúde estão o Gestalt Center New York, a Universidade Federal de São Paulo e as Casas André Luiz.

 

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Estresse e Modernidade

Flavio Gikovate

Nossa mente tende, de modo espontâneo, a considerar tudo o que vem depois como umaevolução em relação ao que era antes. Temos a convicção de que estamos em uma caminhada em direção ao melhor dos mundos, como se estivéssemos retornando ao paraíso. Sequer consideramos a possibilidade de estarmos em uma rota equivocada, de que estejamos nos dirigindo para o precipício – apesar do alerta dos ecologistas e dos sinais de desequilíbrio, cujos efeitos já podemos sentir. Fazemos chacota daqueles que levam a sério as hipóteses de destruição do planeta. Consideramos isso tão improvável quanto nossa própria morte.

Assim, evolução é um termo que, para nós, significa coisa boa. Não pensamos na hipótese de haver “evolução demais”, assim como existe água quente demais para nosso banho. Ouvimos pessoas falando de estresse e relacionando a piora do nosso estado íntimo aos conflitos que se agravaram com a modernidade, e não sabemos exatamente o que pensar. Vamos ter de botar em dúvida as características da nossa evolução social? Ou vamos atrás de remédios capazes de atenuar este “pequeno” efeito colateral derivado do progresso e que tem sido objeto de exageros indevidos?

Não é o caso de refletirmos profundamente a respeito dos mecanismos que determinam as modificações que tem acontecido no nosso ambiente. Parece óbvio, porém, que elas têm acontecido de uma forma casual, fruto de avanços tecnológicos e do aproveitamento deles, feito por grandes empresas, para fins econômicos. Assim, produtos novos estão à nossa disposição a todo momento. Eles são mesmo tentadores, de modo que nos empenhamos cada vez mais em ganhar o dinheiro necessário para sua aquisição. As regras que regem o processo são mais as da economia do que aquelas determinadas pela nossa razão. Somos animais que se adaptam, de modo que temos de ir mudando à medida que o ambiente externo também muda – e ele tem estado em permanente e rápida alteração. O bem-estar dos homens não costuma ser objeto de discussão quando se reflete a respeito do lançamento de um novo produto. O que se pensa é como fazê-lo atraente para que se torne irresistível.

Ao longo deste século e, em especial, nas últimas décadas, temos vivido uma alteração rapidíssima de nosso meio externo em virtude do surgimento de um enorme número de novos produtos. Todos eles têm, sem dúvida, propriedades úteis e atraentes. Ninguém vai questionar os benefícios do computador, do telefone celular ou da informação mundial que nossos televisores nos proporcionam. Mas, além de estarmos sob pressão para ganharmos o dinheiro suficiente para termos acesso aos novos bens de consumo, temos de considerar alguns outros elementos. Tenho observado, por exemplo, que a memória das pessoas tem falhado mais do que há algumas décadas. Penso que estamos todos expostos a um volume de informações tão grande que não conseguimos mais guardar tudo o que ouvimos e lemos; isso nos provoca uma certa dispersão e nos torna desatentos, além de gerar uma tensão nova derivada da descoberta de que nosso psiquismo está no limite de sua competência e falhando.

Tenho percebido que nossos jovens falam de uma forma cada vez mais rápida, o que provavelmente significa que pensam mais depressa que os demais – talvez em virtude do uso dos jogos eletrônicos que substituíram os lentos brinquedos de nossa infância. Estamos cada vez mais apressados e mais impacientes por razões internas, além de mais tensos em decorrência do aumento do número de pessoas, carros e ruídos em geral. Estamos obrigados, cada vez mais, a fazer mais de uma coisa por vez: falamos ao telefone enquanto lemos, assistimos à televisão enquanto cozinhamos, ouvimos música enquanto conversamos. Estamos mais deprimidos do que nunca, como se estivéssemos nos sentindo alienígenas em nosso próprio planeta.

O que nos ocorre? Pensar que é hora de parar, que é preciso estancar o avanço tecnológico e seu aproveitamento econômico para o bem do ser humano e da natureza, ambos cansados e claramente ameaçados? Não! Pensamos em técnicas de relaxamento, em meditação, ioga e em tantas outras formas de diminuir o ritmo do nosso mundo interior e contrapor alguma paz de espírito a essa inquietação contínua a que estamos submetidos pelo lado de fora.

É curioso observar como nossa imaginação é precária quando se trata de criar novas formas de relaxamento. Parece que só sabemos achar novas tensões, coisas cada vez mais rápidas e que depois irão nos deixar mal. Temos de recorrer a práticas antigas, até mesmo milenares, quando queremos algum tipo de paz de espírito e de serenidade. Temos de olhar para trás e buscar os campos e as praias que ainda estão como Deus criou quando queremos descansar um pouco das cidades, dos carros e das obras dos homens. Será que não é chegada a hora de refletirmos mais profundamente sobre o que tem nos acontecido, já que somos também os agentes e não apenas as vítimas de tudo isso? Creio que, para nosso bem, temos de nos opor a um processo evolutivo que está nos fazendo mal, além de nos estar levando a pensar de uma forma superficial e muito pouco produtiva.

Escrito por **Dr. Flavio Gikovate** – PRESENÇA CONFIRMADA PARA O 2º CONGRESSO DE RECURSOS HUMANOS DO INTERIOR PAULISTA COM A PALESTRA – ” TRANSTORNOS MENTAIS NAS ORGANIZAÇÕES – O PAPEL DO RH ESTRATÉGICO”

** Desde 1966, quando se formou médico psiquiatra pela USP e foi assistente clínico do Institute of Psychiatry na London University, Flávio Gikovate teve uma certeza sobre sua carreira: nunca se filiaria a escolas ou aceitaria doutrinas acadêmicas.

Isso não quer dizer, claro, que não sofreria influências de vários pensadores. Sua grande fonte de inspiração como escritor, no entanto, em 43 anos de c…arreira, tem sido os seus próprios pacientes. Cerca de 8 mil já passaram pelo seu consultório. Hoje, ele já atende muitos pacientes em Nova York e Londres.

Assim como Erich Fromm, Carl Rogers e Erik Erickson, psicoterapeutas e escritores contemporâneos, dos anos 50 e 60, Gikovate tem tido sucesso em escrever textos sérios em linguagem coloquial.

Seus livros, 30 publicados, já venderam quase 1 milhão de exemplares. Schopenhauer e o filósofo grego Epíteto, que escreveram sobre a arte de ser feliz, são alguns dos pensadores que exerceram alguma influência em suas obras. Mas foi Jose Ortega y Gasset (filósofo espanhol, que morreu no início dos anos 50) quem mais o encantou pela forma simples e clara de se expressar.

Desde o início da carreira, Gikovate dedica-se essencialmente ao trabalho de psicoterapeuta. Escrever foi uma forma de transferir conhecimento e ajudar as pessoas a entrarem num ciclo de evolução. Ele é conhecido por abordar de forma original, sem subtrair a importância teórica do seu trabalho, as questões e problemas que afligem os relacionamentos pessoais e interpessoais. E faz isso com muito prazer.

Em 1977, foi convidado pela revista Capricho para escrever sobre sexo e amor. Seu primeiro artigo, no auge do lema “sexo, drogas e rock’n’roll”, já separava sexo de amor.

Em 1979, deu uma entrevista de 11 páginas para a revista Playboy, ao então jornalista Ruy Castro. A reportagem estarreceu muita gente!

De 1980 a 1984, assinou uma coluna semanal sobre comportamento no jornal Folha de São Paulo e, de 1987 a 1999, uma página mensal na revista Claudia.

As questões sobre sexualidade e amor sempre atraíram Gikovate. Por isso, foi um dos pioneiros no Brasil a publicar trabalhos nessas áreas. Seu primeiro livro, lançado em 1975, é um clássico. E, nesses mais de 35 anos de vida como escritor, a sua maior preocupação é manter a coerência de pensamento e de argumentação.

“Eu escrevo o que vivo na prática. E não há melhor material de observação do que o comportamento das pessoas. Não invento fórmulas. Meu objetivo é levar conhecimento, com base em anos de experiência e estudos. Se isso é auto-ajuda, então escrevo livros de auto-ajuda. Não tenho medo de rótulos. O meu respaldo não é acadêmico. Ele vem do público, que compra os meus livros e gosta do que lê”, afirma.

Gikovate se preocupa e leva a sério seu compromisso social. É conferencista solicitado tanto para atividades acadêmicas como para as que se destinam ao público em geral. Além de colaborar muitos anos com revistas e jornais brasileiros de grande circulação, ele já participou de diversos programas de televisão.

Em 2010, Gikovate encarou um novo desafio: aceitou o convite do autor Silvio de Abreu para atuar na novela Passione, da TV Globo, interpretando ele mesmo. A motivação para participar da novela foi a mesma que sempre permeou sua carreira: divulgar a profissão para o maior número de pessoas possível.

Atualmente, apresenta o programa “No divã do Gikovate”, que é gravado no teatro Eva Herz da Livraria Cultura Conjunto Nacional, em São Paulo, com a participação do público, semanalmente, todas as terças-feiras, às 18h. O programa vai ao ar aos domingos, às 21h, pela CBN. A audiência do programa já bateu na casa dos 100 mil ouvintes aos domingos. Seu site na internet (www.flaviogikovate.com.br) recebe cerca de 6 mil entradas por mês. No Twitter (@flavio_gikovate), já possui quase 30 mil seguidores.

Nunca deixou de fazer aquilo em que acreditava. Entre 1982 a 1984, aceitou um convite que gerou grande polêmica na época. Em plena era da democracia corinthiana, ele encarou o desafio de comandar o time psicologicamente.

“Sempre fiz o que achei que deveria fazer sem receio de ser rotulado ou prejudicado de alguma forma. Penso com autonomia. Além disso, sou pouco tolerante com a vida social superficial e interesseira. Prefiro ficar em casa refletindo a ter de enfrentar festas e eventos com longas conversas vazias, que pouco podem acrescentar a minha existência. E isso, é claro, é tido como arrogância em algumas situações”, diz.

Entre as obras de sua autoria, estão: “Dá pra ser feliz… Apesar do medo”; “O mal, o bem e mais além – Egoístas, generosos e justos”;
“Uma história do amor…Com final feliz”; “Sexo”; “Nós, os humanos”; “Ensaios de amor e solidão”; “Homem: o sexo frágil?”; “A liberdade possível”; “Uma nova visão do amor”; “Cigarro: um adeus possível”; “Deixar de Ser Gordo”…todas publicadas pela MG Editores.

Pela Saraiva, lançou “Super dicas para viver bem e ser mais feliz”, que já foi traduzido em quatro línguas: italiano, espanhol, árabe e francês.

Também possui livros publicados pela Moderna, entre eles “Drogas – A Melhor Experiência é Não Usá-las” e “Namoro – Conhecendo As Razões Do Coração”.

Em 2009, lançou a versão em espanhol de “Uma história do amor…Com final feliz”, pela editora colombiana Panamericana Editorial. O livro também ganhou versão em inglês, ao lado de “O Mal, o bem e mais além – Egoístas, generosos e justos” e “Sexo”.

No fim de 2009, lançou, pela Editora Globo, o livro “No divã do Gikovate”.

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Atenção Amigos…

O executivo e a armadilha do justo

Jansen Queiroz

A motivação para este artigo surgiu durante uma reunião de mentoring com um jovem e promissor executivo, que ficou furioso comigo, quando lhe disse que era pago pela organização para contribuir com sua equipe para o lucro, a segurança e o desenvolvimento da empresa e, não, pretensiosamente, tentar  ser justo. A partir deste acontecimento observei que mesmo executivos experientes, com freqüência, ficam prisioneiros dessa armadilha retórica e paralisante.

Justo nos remete a qualidade Divina, que só os   pretensiosos têm a veleidade de gastar tempo e dinheiro para  tentar essa missão impossível para os seres humanos. Procedem dessa maneira inconscientemente, por possuírem um modelo mental improdutivo, por desconhecer para que são pagos pela organização, por deficiência conceitual, que racionalizam dizendo que a teoria na prática é outra coisa, por falta de coragem moral de admitirem que não conhecem suficientemente bem a teoria para aplicá-la no dia-a-dia.

Justo equivale segundo o Aurélio: a razão imparcial, reto, exato, homem virtuoso, tudo insinuando divindade. Justiça, grosseiramente, é aplicação da lei genérica a um caso particular. Ela surge das convenções humanas. Classicamente tem dois sentidos: a) dar a cada um o que lhe é devido; b) reparar o dano, indenizando a vítima ou punindo o infrator – Dicionário de Ciências Sociais – MEC-FGV. O Aurélio nos diz, que critério é o que serve de norma para julgar; modo de apreciar coisas ou pessoas. Para não tornar o texto mais longo deixo de colocar   para discussão o que possa ser princípio, que muitos confundem com conveniência.

Outro cliente de mentoring, um físico, pesquisador e empresário me questionou se eu ao colocar que é esforço inútil e perda de tempo e de dinheiro procurar ser justo, não estaria fazendo a apologia da tirania. Esta já é amplamente praticada nas organizações. Quantos dos leitores já não ouviram ou pior já sentiram na própria pele a conseqüência da tirânica frase: manda quem pode e obedece quem tem juízo, que tem como objetivo inibir o exercício do direito humano fundamental da expressão do pensamento. A cidadania ainda não chegou à maioria das organizações. Lamentável! A sociedade evoluiu mais rapidamente que as organizações empresariais no que diz respeito à cidadania.

A definição de critério para decidir, para dizer sim ou não, para avaliar o desempenho de seus subordinados e do negócio em si, é que deve ser a preocupação do executivo e, não a preocupação paralisante em está sendo justo ou injusto.

O estabelecimento de critérios requer esforço, trabalho, competência, respeito ao ser humano, ética, desprendimento para limitar seus próprios caprichos e vaidades. A grande maioria de executivos e de empresários não estabelece critérios de avaliação por que, sem eles, podem manipular a equipe com seus humores, seus caprichos, com seus ataques de fúria ensandecida de arrogância e prepotência. As perdas decorrentes dessa forma de gerir as pessoas e as organizações são irrelevantes para quem tem como único objetivo satisfazer unicamente a si mesmo e como objetivos subseqüentes ele mesmo. Possuem, equivocadamente, a percepção de que a organização lhe concede poder divino. O proprietário do capital, freqüentemente, acha que a empresa é sua. O que com certeza é dele é o capital aplicado no negocio e, se tiver competência, a capacidade gerencial. Os funcionários não são dele, estão trabalhando para a organização, os clientes, os fornecedores e toda a infra-estrutura que utiliza não são dele. Muitos, nem se dão conta que têm o pior patrão: o cliente.

Parcela significativa não possui critérios divulgados e menos ainda compartilhados para validar decisões referentes a objetivos, estratégias, metas, promoção, avaliação de desempenho, treinamento, delegação, aumento de salário, demissão e admissão. Muitos, ainda, admitem por fantasia e demitem por capricho.

Quando perguntado sobre quais são seus objetivos empresariais? Respondem com freqüência: ganhar dinheiro! Falta-lhes a compreensão do dilema financeiro clássico entre a busca da melhor combinação entre as ações de curto e longo prazo e a combinação equilibrada dos objetivos essenciais das organizações empresariais. Executivo ou empresário, a organização lhe paga para construir o tripé da sobrevivência, da segurança e do desenvolvimento, com qualidade de vida da equipe, com responsabilidade social e ecológica.

A preocupação em tentar ser justo e em não errar, deve ser substituída pela construção de um arcabouço de critérios o mais possível compartilhado com a equipe. Diria mesmo legitimado por todo o grupo. Do contrario, no médio prazo, os executivos, por usarem filtros perceptivos viciados, utilizarão mecanismo de defesa que os protegem da dor de perceber a verdadeira origem do problema. Elaborarão complexo processo para justificar os resultados desastrosos com racionalizações do tipo: a equipe está desmotivada, o achatamento da estrutura acarretou-me excessiva carga de trabalho, estou muito ocupado, não tenho tempo para planejar, organizar, treinar e avaliar a equipe, a culpa é da concorrência predatória, dos juros altos e da  abertura do mercado. Desqualificam o melhor dos feedbacks: os resultados obtidos pelo seu estilo de gerenciar a organização, as pessoas e a sua vida.

Escrito por **Jansen Queiroz** – PRESENÇA CONFIRMADA PARA O 2º CONGRESSO DE RECURSOS HUMANOS DO INTERIOR PAULISTA COM AS PALESTRAS – “O GESTOR DE RH E A ARMADILHA DO “SER JUSTO” e DELEGAÇÃO, EMPOWERMENT – ENERGIZAÇÃO

** Mentoring de executivos e empresários, consultor em gestão polifocal, em desenvolvimento das competências: intrapessoal e interpessoal e técnicas de gestão, alinhadas com as variáveis essenciais para a sobrevivência e o desenvolvimento da organização nos contextos de curto e longo prazo; em comunicação, centrada nas técnicas de feedback, para criar e manter equipes produtivas com flexibilidade para ajustar-se ao único evento permanente na vida: a mudança; motivação e liderança; administração do tempo e formação do preço de venda, palestrante, professor do site www.e-cursos.com.br, onde tem os cursos: Feedback como instrumento gerencial e Administração do Tempo, ambos seguem a metodologia utilizada nos serviços de consultoria, treinamento e mentoring, fluem do intrapessoal para o técnico-gerencial, formando as competências essenciais para uma atuação de sucesso com qualidade de  vida. Tem artigos publicados nos Jornais: Gazeta Mercantil, “”O Estado de São Paulo”"  “The Business” nas revistas: , ABRH e Atacadistas & Distribuidores, em vários sites profissionais. Experiência de mais de vinte e cinco anos como executivo em nível de diretoria de grandes empresas nacionais. Ex-Diretor da Aparh e da Sucesu-sp. Formado e pós-graduado, pela FGV, em Administração, Recursos Humanos e Finanças, em Ciências Econômicas pela UERJ e várias dezenas de cursos de atualização.

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Liderar é…

Pamela Seligmann

Tenho 44 anos. Na minha infância-adolescência estava de moda uma história em quadrinhos: “Amar é… “.

Traços modestos definiam o casalzinho protagonista que aparecia em cenas singelas e um aforismo acompanhava: “Amar é… nunca ter que pedir perdão” ou “Amar é… compartilhar o mesmo guarda-chuva” e a lista continuava: “… cozinhar juntos, esperá-lo até tarde, olhar enquanto dorme”.

E o amor, esse sentimento profundo e complexo, se resumia a uma frase feita sem muitas pretensões e parecia que, de alguma maneira, todo mundo acreditava que amar era isso!

Sinto que hoje acontece a mesma coisa com a liderança… “Ser líder é…”

E aqui haja imaginação! Ser líder é tantas coisas e tão diversas que seria praticamente impossível encontrarmos em uma única pessoa todas as características atribuidas ao líder pelos livros e especialistas! Como se fosse um herói mitológico da Antiguidade, o líder do século XXI precisaria de três vidas em uma para poder ter todos os super-poderes que lhe são exigidos!

O executivo moderno corre uma maratona digna de vídeo-game 3D para adquirir todos os atributos formais, comportamentais, educacionais, experienciais… e parece que nunca é suficiente! Ser líder tornou-se uma espécie de obsessão no ambiente profissional e nunca se venderam tantos livros sobre o assunto. TODO MUNDO QUER SER LÍDER! (e aqui cabe se perguntar: se todo mundo for líder, se todo mundo seguir a receita dos livros da moda… quem “sobrará” para ser liderado?)

Assim como “amar” não pode se resumir a “compartilhar um guarda-chuva”, liderar também não cabe nas pílulas instantâneas que se vendem na livraria do aeroporto. Querer satisfazer todos estes requisitos gera uma ansiedade infinita que, ao invés de provocar mudanças significativas e consistentes, mina a auto-estima do bom profissional que acredita  “nunca-ser-suficientemente-bom”.

Por isso, um convite: ao invés de buscar fórmulas prontas, conselhos pasteurizados, dicas estereotipadas… examine seu coração.

Liderar é e pode ser muitas coisas… mas com certeza não é algo que se exerce automaticamente, sem presença nem reflexão, sem auto-conhecimento. Liderar exige um auto-exame desprovido de ego e de explicações que auto-tranquilizem e anestesiem. Liderar pede consciência, pede atenção, pede doação ao outro, muita responsabilidade e espírito de serviço.

E assim, deixando a mente mais tranquila, menos ansiosa por “performar” como o livro manda… pode ser que você consiga encontrar seu próprio fogo de liderança, seu estilo, em um fluir natural e amoroso.

E assim poder dizer que PARA VOCÊ, “liderar é…”

Escrito por **Pamela Seligmann**PRESENÇA CONFIRMADO NO 2º CONGRESSO DE RECURSOS HUMANOS DO INTERIOR PAULISTA COM A PALESTRA – LIDEROSOFIA: VIRTUDES CAPITAIS DA LIDERANÇA

** Pedagoga argentina, formada em Buenos Aires. Dedica-se ao estudo e ao ensino da psicologia humanista e das filosofias do Oriente e Ocidente há mais de 20 anos, tendo ministrado aulas em diversas instituições como professora convidada.

Trabalhou durante treze anos em Organizações não-governamentais, tendo exercido as funções de diretora geral, professora e treinadora de Liderança Voluntária.

Atuou como diretora comercial e de marketing em empresas de tecnologia e,  como consultora, realizou projetos de arquitetura de informação para varias empresas de América Latina.

Atualmente, ministra cursos, palestras e programas de desenvolvimento de liderança no meio empresarial. Formada em Coaching Ontológico pela AAPT de Buenos Aires, é Membro da ICC – International Coaching Community – e promove trabalhos de Coaching executivo, Coaching de times e Coaching pessoal (tanto em português quanto em espanhol).

Entre suas especialidades, consta a “Psicologia Integral” de Ken Wilber e a SDI – Spiral Dynamics Integral – de Don Beck, de quem recebeu,  pessoalmente,  instrução sobre este complexo sistema que classifica e redesenha as culturas organizacionais.

Cursou a formação de liderança voluntária da “Escuela deVoluntariado de Madrid” e da “Homo Prosocius”, ambas na Espanha.

É autora dos programas “Liderosofia: liderança com sabedoria”- que é impartido no Brasil e em outros países de América Latina, do qual formam parte as “7 Virtudes Capitais da Liderança” – e “Voluntariado consciente” –que visa a formação do corpo voluntárioem programas de Responsabilidade SocialEmpresarial e em entidades de Terceiro  Setor. Atua como consultora organizacional desde 2003.

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“Homem dos Recordes” tenta beijar 1,2 mil mãos femininas em 7h

Gilberto Cruz ficará na Praça XV de Novembro até as 16h desta quarta-feira (8). Professor paulistano busca 42ª marca de sua carreira.

As mulheres que passarem pelo calçadão da Praça XV de Novembro, em Ribeirão Preto, nesta quarta-feira (8), provavelmente serão abordadas com um gesto cordial por um homem em trajes de gala. Não estranhe se for o seu caso. O professor paulistano Gilberto Cruz e caçador de recordes nas horas vagas tenta consumar, até as 16h, mais um número impressionante em sua trajetória: beijar a maior quantidade de mãos femininas no tempo máximo de sete horas.

A expectativa do recordista, conhecido também por ter distribuído 2.011 abraços grátis em julho do ano passado, é conseguir beijar de 800 a 1,2 mil mãos e listar no Guinness Book. Para registrar o feito, que em suas contas pessoais – não publicadas oficialmente – será o de número 42, uma equipe de oito profissionais acompanha os movimentos da maratona, registrando nomes e RGs das beijadas pelo professor.

Até por volta de meio-dia, Gilberto Cruz já tinha contabilizado mais de 400 beijos. Sem pausa para almoço, ele disse estar otimista para cumprir sua meta. “Tem pessoas que são arredias, mas a aceitação é ótima”, afirmou à reportagem.

No currículo, Cruz acumula recordes como o de ter ficado por uma hora e nove minutos dentro de uma caixa de gelo, no Japão, o que lhe rendeu uma menção no Guinness em 2006, além de ter permanecido cem horas consecutivas sem dormir, uma hora sem piscar, 42 horas passando roupa e 55 horas no lombo de um cavalo.

Da redação EPTV.com

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Professor **Gilberto Cruz** – PRESENÇA CONFIRMADA NO 2º CONGRESSO DE RECURSOS HUMANOS DO INTERIOR PAULISTA COM A PALESTRA – OS DEZ PASSOS DOS CAMPEÕES.

**Formado em Marketing, Pós Graduado MBA/Rh, Pós Graduando em Fisiologia do Exercício, Palestrante E Conferencista (Dos Mais Aplaudidos) A Mais de Vinte Anos Em Faculdades, Empresas Nacionais, Multinacionais E Estatais Por Todo Brasil, Autor dos Cds. De Motivação Finanças Pessoais (Como Sair das Dívidas), Os Dez Passos dos Campeões, Marketing Pessoal – I E II, Já Foi Matéria das Revistas: Tudo, Isto É Gente, Já, Você S.A. Trip, Entrevistado Nos Programas: Silvia Poppovic, Olga Bongiovanni, Fantástico, Jornal Hoje, Bom Dia São Paulo, Jornal da Band, Jornal da Record, Jornal do SBT, Folha De São Paulo, O Estado De São Paulo, Diário De São Paulo, Diário Popular, Gazeta Esportiva, Cnn, Reauters.

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