EMPREENDEDORISMO: INDIVIDUALISMO OU COMPETÊNCIA?

Dalmir Santana

Dalmir Santana

Acompanhei recentemente, a apresentação de uma dissertação de mestrado, indicando os principais atributos do perfil empreendedor, no processo de internacionalização de pequenas e médias empresas. Os resultados apontaram quatro características essenciais: a relação existente com a identidade de uma oportunidade, a melhoria do desempenho operacional, o gerenciamento de turbulências e a tomada de decisão diante de problemas. Interessante constatar que os quatro fatores, relacionam-se diretamente ao ser humano, ou seja, para manter-se empreendedor, há o compromisso de desenvolver suas competências, rompendo o individualismo e procurando por novas oportunidades, com o desejo de acreditar na capacidade de superar desafios. Mas como ser empreendedor em um cenário de competitividade?

Desafio de manter-se em constante atualização – O empreendedor sabe que grandes realizações ocorrem, quando rompe a inércia do comodismo e confia, que todo resultado é gerado por mudanças em observar o ambiente a sua volta. Nesta direção, além de cultivar o hábito de participar de treinamentos e palestras, é importante também, participar de reuniões em núcleos setoriais, com o propósito de fortalecer sua rede de relacionamentos e buscar definitivamente, abandonar qualquer situação que limite sua capacidade para a expansão do seu negócio. Para um empreendedor, o desafio de manter-se em constante atualização não é perda de tempo, mas o ensejo de expandir seus conhecimentos e traduzir sua estratégia em resultados, desenvolvendo cinco competências essenciais. A primeira está no conhecimento sobre os processos de trabalho. Em seguida, a aprofundamento de técnicas específicas sobre o que trabalho que deverá ser realizado. O terceiro item refere-se a saber organizar os fluxos de trabalho de acordo com o tempo, meta e recursos financeiros disponíveis. O próximo fator é de suma importância, pois exige a ação de alinhar sua ideia, com o impacto que estará conquistando diante de possíveis clientes. O quinto exercício é uma revisão de desempenho, avaliando a autonomia do projeto, a responsabilidade social e resultados a serem conquistados. Note que são cinco exercícios, que além de contribuir com o desenvolvimento das competências, direcionam forças para transformar a ideia de empreender não em uma utopia, mas em algo real e produtivo.

Além de pesquisado e reconhecido, nas mais diversas áreas do conhecimento, o empreendedorismo também pode ser um importante diferencial na sua atividade profissional. Buscar oportunidades de crescimento dentro da sua área de trabalho também é empreender, entretanto para tal, deixe de lado o individualismo e, passe a acreditar mais nas suas competências. Perceba que em um período em que a duração dos empregos formais está menor e, os mais diversos setores são caracterizados por expressiva volatilidade, o intraempreendedorismo ao ser aplicado diariamente, passa a ser um diferencial para fortalecer a sua capacidade de superar desafios. Seja em uma reunião, visita a um cliente ou, desenvolvendo um projeto pessoal, o empreendedorismo está dentro de você. Procure continuamente lembrar e revisar, as quatro características essenciais dos resultados da dissertação que estão no início deste texto. Permita acreditar mais na oportunidade de expandir seus conhecimentos, mantendo-se em constante atualização, diminuindo o individualismo e desenvolvendo suas competências. Vamos tentar?

Escrito por **Dalmir Santana** – PRESENÇA CONFIRMADA PARA O 2º CONGRESSO DE RECURSOS HUMANOS DO INTERIOR PAULISTA COM A PALESTRA – ” Como gerir sua empresa aproveitando suas oportunidades”

** Dalmir Sant’Anna é um dos maiores palestrantes comportamentais, conhecido nacionalmente como o “Palestrante Mágico®”. É destaque em diversos eventos em âmbito nacional, convenções de vendas, seminários e congressos. Premiado nos últimos anos pelo SBT e pela Record News como destaque na categoria. Mestrando em Administração de Empresas, Pós-Graduado em Gestão de Pessoas, Bacharel em Comunicação Social e Mágico Profissional (Sated/SC). Durante os oito anos em que atua como palestrante ministrou conferência em todos os estados brasileiros. Em suas palestras, utiliza números de ilusionismo como ferramenta de fixação do conteúdo.

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A relação (e as diferenças) entre a avaliação de performance e o coaching

Bernardo Leite

Bernardo Leite

A atuação em Coaching não objetiva proceder a uma avaliação do desempenho do “cliente” no processo. O Coach (denominação dada ao profissional que executa o Coaching) pode utilizar-se dos dados da avaliação, eventualmente realizada, para fundamentar e localizar a sua orientação e o acompanhamento da atuação do seu “cliente” no sentido de sanar suas dificuldades de melhoria de performance, em todos os sentidos.
Esta é uma diferença importante entre essas duas intervenções organizacionais.
A relação de proximidade entre as duas atuações refere-se a complementariedade dos processos. Na realidade posso até afirmar que essa complementação, nos dias de hoje, torna-se extremamente oportuna.
O processo de desenvolvimento profissional nas organizações carece de maior aprofundamento e metodologias mais sistemáticas que garantam resultados concretos e mensuráveis.
Costumo dizer que a Avaliação de Performance começa quando termina. Isso quer dizer que os dados dos resultados da avaliação devem servir não apenas como elemento de cobrança e acompanhamento, mas, principalmente, como dados de monitoração do processo de desenvolvimento. Esse é o verdadeiro caminho para o alcance de resultados. Os profissionais dos U.S.A. costumam usar uma expressão muito adequada para este fato, eles costumam dizer: “se Você quer alcançar alguma coisa, comece a medir!”.
O Coaching abrange exemplarmente esses fatores, com o diferencial de realizar esse acompanhamento, monitorado e quantificado, por meio de uma ação parceira e reflexiva de forma que o processo de desenvolvimento torna-se consistente e objetivo. Não conheço cursos de desenvolvimento que detenham essa prerrogativa de maneira tão completa. Na verdade qualquer curso também começa quando termina. É a atuação prática que vai determinar e definir o processo de desenvolvimento.
No entanto, não entendo o Coaching sendo realizado com todos os profissionais nas Organizações. É uma atuação focada.
Com essa afirmação quero salientar que a atuação em Coaching destina-se a profissionais em “momentos especiais”. Isto é: profissionais em fase de promoção; em início de novas atividades ou desafios; profissionais com problemas de desempenho e principalmente de relacionamento e, sem dúvida, excelente ferramenta para a retenção de talentos nas Organizações.
Dessa forma, uma ação objetiva e de resultados do Coaching, nas Organizações, deverá conter as seguintes fases:
-A determinação de uma sistemática de Avaliação de Performance, mesmo que sem características metodológicas muito definidas.
Imagino, por exemplo, uma sistemática de Plano de Metas que possibilite objetividade para a avaliação dirigida ao negócio. Outra alternativa, que adoto com freqüência, é a avaliação através dos clientes internos. Esta tem sido uma alternativa muito efetiva e objetiva.
-Definição de critérios para a identificação dos profissionais-chave, baseado nas necessidades estratégicas do negócio.
-Escolha e preparação dos profissionais internos, na Organização, que serão responsáveis pela função Coach.
-A manutenção de um profissional externo que, pelo menos no início do processo, forneça supervisão para a preparação e desenvolvimento desses profissionais de Coach internos.
-Um processo sistemático de acompanhamento das ações de desenvolvimento, de maneira a permitir um monitoramento próximo dos resultados.
-Confidencialidade, ética e transparência nos procedimentos.
Em suma, o Coaching surge para garantir uma continuidade no processo de desenvolvimento, fortalecimento dos nossos elementos potenciais (high potentials) e de fixação e melhor aproveitamento dos nossos recursos mais importantes para a manutenção do nível de competitividade das nossas empresas.
A mudança contínua exige educação continuada, não eventual, com foco nos negócios.

Escrito por **Bernardo Leite** – PRESENÇA CONFIRMADA PARA O 2º CONGRESSO DE RECURSOS HUMANOS DO INTERIOR PAULISTA COM A PALESTRA – ” Feedback e Feedforward”

** Sua formação como um renomado psicólogo especializado em Administração de Empresas é aliada a 20 anos de experiência em diversos segmentos empresariais em nível gerencial e diretivo. 

Sua atuação como especialista em comportamento organizacional compreende atividades de consultoria desde 1980 desenvolvendo trabalhos de Consultoria em Gestão, Desenvolvimento Organizacional, Liderança Planejamento Estratégico de Gestão e Negócios e ações de Coaching Personalizado a Executivos. 

O trabalho de Bernardo Leite Moreira é conhecido através de publicações, estudos e artigos nos principais canais de comunicação nacionais, como a Revista Exame, jornal Profissional e Negócios da Central de Negócios, Pequenas Empresas e Grandes Negócios online, entre outras, contando mais de duas dezenas de sites especializados. Há mais de quatro anos é um dos articulistas mais lidos do portal www.rhcentral.com.br

No campo acadêmico, possui uma larga experiência, que inclui diversas universidades e em nível de pós-graduação. Atualmente ministra cursos e palestras no Instituto Mauá de Tecnologia – Centro de Educação Continuada de Engenharia e Administração – CECEA e é professor convidado da FGV-SP – GVPEC.
Autor dos livros  “Ciclo de Vida das Empresas”, que enfoca o comportamento organizacional sob o prisma do empreendedor e do livro “Dicas de Feedback”, lançado no segundo semestre de 2009 e já na segunda edição.

A experiência de Bernardo Leite Moreira é intensamente divulgada como palestrante e articulista na área de gestão e estratégia com vários artigos e estudos publicados.

Foi presidente da Associação Paulista de Gestores de Pessoas (AAPSA – 2003 – 2005). Apresentou, por quatro anos o Programa de TV – Profissional e Negócios, entrevistando empresários e profissionais de Recursos Humanos.

NOSSA EMPRESA SEMPRE FOI RECONHECIDA PELOS SEUS CLIENTES E PELO MERCADO PELA SUA SERIEDADE, ÉTICA, PROFISSIONALISMO E COMPROMETIMENTO COM RESULTADOS.

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Derrotado por falta de treinamento

Dalmir Santana

Dalmir Santana

Fazia um longo período que não corria de kart. Coloquei o macacão, capacete, luva e depois da volta de reconhecimento da pista, acelerei… Por mais confiante que eu estivesse em buscar um bom resultado, não observei que meus adversários estavam mais preparados. Pensei no aspecto da ausência de treinamento e na minha incapacidade de pilotar com maior competência. No cenário corporativo seria semelhante? Há empresários alegando que treinamento é um componente desnecessário. Contudo, quais os resultados de uma empresa sem treinamento? Observe a seguir, dois fatores, para não tornar sua empresa retardatária com a ausência de treinamento e assumir na prática, o compromisso de subir no pódio, acreditando que valeu a pena todo o esforço e comprometimento.

O momento de agir é agora – Tenho orgulho em afirmar, que apresentei palestras, em importantes convenções de vendas. Cada evento com sua peculiaridade, enaltecendo temas envolventes e com a preocupação de melhoria contínua. Como a proposta do meu trabalho é uma palestra personalizada, com conteúdo direcionado ao perfil de cada empresa, gosto de enfatizar que, o momento de uma convenção é um estágio de parada obrigatória. É a ocasião de alinhar os objetivos, avaliar a atuação da empresa diante do mercado e da concorrência. E como está sua empresa? Realize uma avaliação de desempenho e perceba que, o treinamento é uma maneira eficaz para ajudar você e a sua equipe a não apresentar no final do ano, uma lista enorme de justificativas, por não conquistar vitórias e superar desafios. Deixar para o próximo mês, a oportunidade de investir em treinamento, pode ser tarde demais. O momento de agir é agora!

Troféu não chega ao acaso em suas mãos – No meu livro “Oportunidades”, entrevistei o talentoso jogador de futsal Falcão, que além de atleta da Seleção Brasileira, foi eleito três vezes pela Fifa, o melhor esportista mundial. Além de considerar o treino como algo essencial, o premiado jogador falou: “Você precisa encarar cada treinamento, como um aprendizado para sempre melhorar. As oportunidades acontecem todos os dias. Se você continuar treinando, você continua fazendo gols”. Nesse sentido, acredite que um troféu não chega ao acaso em suas mãos e que o sucesso é uma consequência de treinamento, realizado de maneira séria. Sinta o gostinho da vitória, levantando o troféu com a soma da autoestima, criatividade e inovação. Como você e sua empresa treinam para marcar gols?

Tenha tenacidade para ajudar sua equipe a encontrar uma visão ampla do papel que desempenha atualmente, pois se como eu, você correr de kart sem treinamento, ao lado de pessoas preparadas, aceite sair no final da corrida, caminhando triste na pista, desmotivado com seu próprio desempenho. Valorize a autoestima, mostre que sua equipe possui valores que merecem reconhecimento. Mostre que treinamento é algo primordial, que não pode ser aceito como um mero entretenimento ou, colocado inerte nos boxes. Desponte na linha de chegada com a ampliação dos seus conhecimentos e do desenvolvimento das competências de sua equipe. Agora responda: Sua empresa dispõe de alto nível de desempenho, para cruzar a linha de chegada? Investir em treinamento é um tempo perdido?

Escrito por **Dalmir Santana** – PRESENÇA CONFIRMADA PARA O 2º CONGRESSO DE RECURSOS HUMANOS DO INTERIOR PAULISTA COM A PALESTRA – ” Como gerir sua empresa aproveitando suas oportunidades”

** Dalmir Sant’Anna é um dos maiores palestrantes comportamentais, conhecido nacionalmente como o “Palestrante Mágico®”. É destaque em diversos eventos em âmbito nacional, convenções de vendas, seminários e congressos. Premiado nos últimos anos pelo SBT e pela Record News como destaque na categoria. Mestrando em Administração de Empresas, Pós-Graduado em Gestão de Pessoas, Bacharel em Comunicação Social e Mágico Profissional (Sated/SC). Durante os oito anos em que atua como palestrante ministrou conferência em todos os estados brasileiros. Em suas palestras, utiliza números de ilusionismo como ferramenta de fixação do conteúdo.

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Em busca da verdadeira beleza

William Sanches

William Sanches

A mais nobre paixão humana é aquela que ama a imagem da beleza em vez da realidade material. O maior prazer está na contemplação. 

Leonardo da Vinci

Consultando os livros sobre Arte existentes numa biblioteca, em especial aqueles que contêm exemplos de obras de arte elaboradas em tempos remotos, como as obras antigas, renascentistas, neoclássicas, românticas etc, é possível constatar como o modelo de beleza, em especial o feminino, mudou radicalmente ao longo da História da humanidade. Assim, as pinturas e esculturas, ao longo dos séculos, informaram as várias gerações enquanto linguagens imagéticas que sempre foram quais eram as características físicas daqueles que, por possuí-las, expressavam o ideal de beleza de um ser humano.

Por muitas eras, esse modelo de beleza consistia em estruturas ósseas muito fortes em corpos muito pesados e repletos de contornos: eram épocas em que reinavam como belas as “pessoas” grandes e gordas: a Vênus de Milo, Helena de Tróia, os heróis da Antigüidade (todos musculosos e enormes), as musas greco-romanas, a Mona Lisa e todas aquelas mulheres que, como dizem até hoje os muçulmanos com um sorriso de satisfação, “enchem uma cama”.

No século XX, porém, o rompimento total com esse modelo aconteceu por causa do materialismo voraz que tomou conta de tudo e de todos. Desde o início da industrialização e do sistema capitalista, tudo se tornou uma mercadoria.

Com o passar do tempo, além daquela mercadoria que o trabalhador vendia – a sua força de trabalho, a mão-de-obra humana – muitas pessoas que se enquadravam no então modelo ideal de beleza passaram a vender a sua imagem e, através e graças a essa imagem, passaram também a vender de tudo que fizesse com que as outras pessoas acreditassem que seu “consumo” as tornariam também belas, as colocariam dentro desse padrão. Até hoje é assim: esperando ficar igual à garota propaganda, por exemplo, as consumidoras compram o que podem e o que não podem; o mesmo acontece com os homens, pois há muito a vaidade deixou de ser uma característica predominantemente feminina.

O modelo ideal de beleza humana tornou-se aquele em que, dentre outras características, as pessoas têm que ser magérrimas. Livros, cosméticos, dietas, cirurgias plásticas, aparelhos de ginásticas, remédios, tratamentos e tudo que leva alguém a ter a estética perfeita em termos físicos é muito vendido inclusive com a grande colaboração dos meios de comunicação de massas, principalmente da televisão que, em período integral, mostra o supra-sumo da beleza humana vigente e vende ininterruptamente milhares de produtos.

É por isso que a indústria, o comércio e a mídia a serviço da estética humana têm um lucro inimaginável.

Por outro lado, essa fatia bem sucedida da economia de qualquer sociedade capitalista ainda tem como aliada a idéia – da qual ninguém discorda – de que a gordura em excesso é uma doença e uma dieta saudável, exercícios físicos e uma rotina com qualidade são imprescindíveis para uma vida saudável. Este, sem dúvida, é o aspecto positivo de tudo que aqui está sendo tratado e há inúmeras e importantes pesquisas já publicadas em livros sobre o assunto, o que também torna essa literatura economicamente bem sucedida.

A obsessão em se enquadrar a qualquer custo no modelo de beleza atual, em obter o corpo perfeito para fim meramente estético, como toda obsessão, é uma doença tão ou até mais preocupante do que a obesidade mórbida e tem levado muitas pessoas a iniciarem, sem consultar profissionais especialistas no assunto, dietas rigorosas por conta própria e a violentar o corpo. O resultado disso é o surgimento de doenças que podem levar à morte: anorexia, bulimia, anemia profunda, leucemia, desnutrição etc.

O Brasil tornou-se um dos principais países em quantidade de cirurgias plásticas. Enquanto a França exporta perfumes, o Brail exporta “corpos”. Recentemente, uma pesquisa realizada nos Estados Unidos comprovou que apenas 2% das pessoas se acham bonitas. Um dado assustador, pois se 98% das pessoas se acham feias de alguma forma, o objeto de desejo estabelecido não está sendo alcançado. O que as pessoas precisam perceber é que cada uma possui sua beleza particular e principalmente que a beleza mais importante está sendo esquecida: a beleza interior. Se a pessoa estiver feliz, de bem consigo mesma, as outras também a acharão bonita exteriormente, pois a beleza interior é fundamental e se reflete no físico de quem a tem. Dorian Gray, personagem-título do livro “O Retrato de Dorian Gray”, de Oscar Wilde, depois de seu pacto com as forças do mal, era eternamente belo e jovem, mas como sempre teve índole igualmente maligna, os reflexos de sua feiúra interna eram marcados em seu retrato, uma representação de sua alma em forma de pintura. Assim, Dorian Gray era alguém muito belo por fora e horrível por dentro. O final da história dessa personagem tão famosa, o leitor saberá ao ler o livro, pois não o privaremos desse prazer e dessa lição.

Por mais que faça uma cirugia reparadora ou dezenas de sessões estéticas em busca da beleza, se a pessoa não mudar seu estado de espírito, ela continuará se achando feia ou fora do padrão e todos a sua volta certamente terão a mesma opinião. Já as pessoas que são extremamente bonitas interiormente são admiradas por muitas outras.

De que adianta uma pessoa ser fisicamente linda, se a sua maneira de ser, de agir, de tratar os outros, de se expressar não são de agrado daqueles que com ela convivem ? De nada adianta, pois essa pessoa estará constantemente sozinha mesmo sendo muito bela.

O contrário disso também vale: uma boa conversa, uma manifestação de sabedoria, um sorriso, uma palavra agradável e confortante muitas vezes fazem com que o feio bonito pareça e esteja sempre rodeado de outras pessoas.

O materialismo radical da atualidade, que exige a aparência ideal nas atividades profissionais e pessoais, leva as pessoas a conjugar apenas um verbo: ter. No intuito de querer ter, o ser humano da atualidade está se esquecendo do mais importante: SER. Ser bonita é algo bom e necessário, mas não é o essencial. Ser inteligente, ser sociável, ser ética, ser generosa, ser livre, ser feliz! Essas são as características da verdadeira beleza humana. Afinal, a voz do povo é a voz de Deus: de que adianta por fora ser bela viola se por dentro se é um pão bolorento?

Escrito por **William Sanches** – PRESENÇA CONFIRMADA PARA O 2º CONGRESSO DE RECURSOS HUMANOS DO INTERIOR PAULISTA COM A PALESTRA – ” Conhecimento – Objeto de Transformação Político Social”

** William Sanches nasceu em São Roque, São Paulo. 

Ainda na adolescência, iniciou sua carreira como professor nos cursos técnicos de uma pequena escola profissionalizante.

Desde então, dedica-se à educação. Já em São Paulo, formou-se em Letras, posteriormente aprimorou seus conhecimentos com o curso de pós-graduação em Língua Portuguesa e Literaturas. Comprometido com a educação, também cursou Pedagogia. 

Participou de importantes congressos no Brasil e no exterior, entre eles, o VIII Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais na Universidade de Coimbra, Portugal.

Autor dos Livros PEDAGOGIA DO COMPROMISSO, MAIS RESPEITO! e VEM SER. Também é Colunista da Revista Contemporânea e do Portal DestaqueSP.

Atualmente, é Professor Universitário em São Paulo e também se dedica às palestras que profere em todo Brasil. 

Seus temas estão sempre voltados para as questões humanas tais como: educação, respeito, amor, fé e espiritualidade.

Como convidado, participou de importantes programas de televisão e de rádio, realizou centenas de palestras e já falou para um público estimado em 300 mil pessoas.

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Generosidade: um ato de amor ao próximo

William Sanches

William Sanches

Algumas pessoas, infelizmente, agem como se as outras não existissem. Incrível isso. É só observar a saída do metrô, por exemplo. Algumas pessoas aguardam na porta, antes mesmo das outras saírem, elas empurram e entram. Essa cena repete-se diariamente em cada parada do metrô. Aprendi nas aulas de física que um corpo não pode ocupar dois lugares ao mesmo tempo. É impossível! Aprendi, ainda, que a educação é a ferramenta essencial no convívio humano. Esse exemplo é visto, às vezes, na saída do elevador. É necessário que as pessoas desçam para que as outras entrem. Muito simples, mas uma lógica também esquecida. A impressão que se tem é que algumas pessoas vivem realmente como se as outras não existissem. É como se o mundo delas fossem elas mesmas. A Generosidade pode ser vista em atos mais simples. Não é necessário dispor simplesmente de um valor material para praticar a generosidade, ela pode estar presente num simples sorriso, no tempo que dedicamos para ouvir o outro, na atenção que damos às pessoas que nos cercam, na prática da educação etc. São atitudes simples que fazem a diferença. Muitas vezes a correria nos impede de praticar, por isso ela deve estar em todos os lugares e momentos, deve fazer parte de nosso eu.

Quando praticamos a generosidade estamos praticando o amor ao próximo. Pode parecer que nossas atitudes sejam pequenas e insignificantes diante de tanta coisa ruim que acontece, mas imagine isso como um efeito dominó. É comum aquele que haja grosseiramente receber a resposta também com grosseria. O presente só é nosso quando o recebemos, quando não o aceitamos, o presente volta com a pessoa que ofereceu.

Todos as pessoas possuem sua contribuição, possuem suas características, suas funções, seus detalhes que, quanto mais se convive, mais se descobre. Todos somos filhos de Deus e nascemos para evoluir e amar o próximo como se fosse nós mesmos.

O conto da “Rosa e o sapo” que exemplifica essas situações de generosidade e amor ao próximo de forma especial: certa vez existia em um jardim uma rosa muito bonita, que se sentia envaidecida em saber que era a rosa mais linda naquele jardim, mas começou a perceber que as pessoas só a observavam de longe e acabou se dando conta de que, ao seu lado dela sempre havia um sapo grande, feio e asqueroso e esta era a razão das pessoas não se aproximarem. Indignada com a descoberta, ordenou que o sapo saísse de perto dela imediatamente. O sapo, muito humildemente, foi embora, se afastou de vez. Algum tempo depois, o sapo passou próximo de onde estava a rosa e se surpreendeu ao vê-la murcha e sem pétalas. Penalizado, perguntou a ela o que havia acontecido. Ela, muito envergonhada, explicou que desde que o sapo foi embora, as formigas se aproximaram e a comeram dia após dia, por isso estava acabada, sem vida e sem sua beleza tão adorada pelos outros. O sapo explicou que, quando estava por perto, ele comia todas as formigas que se aproximavam, por isso ela conseguia ser a rosa mais bonita do Jardim.

O ser humano é social por natureza. Foi criado para viver com seu semelhante e a mágica da vida é justamente viver e conviver com essas diferenças. Acontece que dentro desse mundo pequenino que alguns vivem, eles são o centro, são a beleza suprema e a excelência propriamente dita. O sapo em sua atitude simples praticava a generosidade sem mesmo a rosa perceber. Muitas vezes, não valorizamos os outros, por acharmos que somos superiores, mais bonitos, de mais valor e achamos que os outros não nos servem para nada, muito pelo contrário, a cada espaço, a cada olhar, a cada gesto existe uma forma de expressão e não podemos esquecer da linguagem mundial: educação. Deus não fez ninguém para ‘sobrar’ neste mundo. De repete, aquele que você pensa estar fazendo o mau, esteja salvando você das formigas.

Escrito por **William Sanches** – PRESENÇA CONFIRMADA PARA O 2º CONGRESSO DE RECURSOS HUMANOS DO INTERIOR PAULISTA COM A PALESTRA – ” Conhecimento – Objeto de Transformação Político Social”

** William Sanches nasceu em São Roque, São Paulo. 

Ainda na adolescência, iniciou sua carreira como professor nos cursos técnicos de uma pequena escola profissionalizante.

Desde então, dedica-se à educação. Já em São Paulo, formou-se em Letras, posteriormente aprimorou seus conhecimentos com o curso de pós-graduação em Língua Portuguesa e Literaturas. Comprometido com a educação, também cursou Pedagogia. 

Participou de importantes congressos no Brasil e no exterior, entre eles, o VIII Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais na Universidade de Coimbra, Portugal.

Autor dos Livros PEDAGOGIA DO COMPROMISSO, MAIS RESPEITO! e VEM SER. Também é Colunista da Revista Contemporânea e do Portal DestaqueSP.

Atualmente, é Professor Universitário em São Paulo e também se dedica às palestras que profere em todo Brasil. 

Seus temas estão sempre voltados para as questões humanas tais como: educação, respeito, amor, fé e espiritualidade.

Como convidado, participou de importantes programas de televisão e de rádio, realizou centenas de palestras e já falou para um público estimado em 300 mil pessoas.

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O Valor do ser humano

Narciso Machado

Narciso Machado

Uma verdade irrefutável ressalta em todo o contexto da vida humana: é a de que o homem tem que lutar. É na ação construtiva, é pela luta que o ser humano encontra satisfação para as suas necessidades e as suas grandes esperanças.

O homem que se dedica à realização de qualquer coisa capaz de satisfazer alguma necessidade social, encontra satisfações que o animam nos momentos de dúvidas e incertezas. Ninguém jamais conseguiu tornar-se forte na acomodação, na inatividade. Aquele que trabalha, que se esforça com ânimo e valor, está despertando em si mesmo cada dia, novas energias e propósitos, com que poderá conquistar novas vitórias. O poder humano se consolida redobrando-se o esforço e não reduzindo-o.

Quando um homem dedica a um grande empreendimento todas as suas energias, encontra a verdadeira realidade da sua missão na vida. O esforço persistente, a ação construtiva, o anseio de superação, oferecem lições que não se encontram nos livros, nem no testemunho dos outros. Todos os que venceram foram gigantes do trabalho, da persistência, da coragem, do entusiasmo e de força de vontade.

A grande maioria que encontramos por toda a parte queixa-se de suas condições pouco lisonjeiras, de fatalidades de que se julgam vítimas, enfileirando entre as causas de sua situação, ao sistema social, o capitalismo, a política, a falta de apoio, etc… Bem poucos admitem a própria culpabilidade como causa de suas desditas.

Se a essa grande maioria que só sabe queixar-se, perguntássemos que medidas haviam tomado para remediar seus males e modificar a conduta, poucas, muito poucas mesmo, seriam as que se houvessem empenhado com esforço para alcançar uma situação melhor. A maioria nos teria afirmado estar à espera de algum emprego público, ou à espera de alguém, ou ainda, de alguma nova situação para conseguir o tão almejado melhoramento. Tais pessoas são as realmente fracas e necessitam permanentemente de alguém que as anime e conforte. Retardadas, mal conseguem apanhar algumas migalhas do banquete da vida. Não compreendem que não é na inatividade ou nos fracassos do ser humano que encontramos suas expressões mais autênticas, mas em seus triunfos e em suas realizações. Um indivíduo somente possui personalidade, quando consegue ser mais do que uma voz, que um corpo, que um número coletivo na comunidade social, quando “realizou” alguma coisa.

A luta pela vida exige uma atividade constante do corpo e do espírito. A vida só se conserva e progride pelo esforço, pela luta. Por mais penoso que seja esse esforço, o homem nunca deixa de o empregar para a conservação da vida. Mesmo quando a vida o tortura, o maltrata, ele procura conserva-la.

Só a luta permite a ascensão do homem.

Não existe sorte ou acaso. O destino do homem está em suas mãos.

Escrito por **Narciso Machado** – PRESENÇA CONFIRMADA PARA O 2º CONGRESSO DE RECURSOS HUMANOS DO INTERIOR PAULISTA COM A PALESTRA – ” Gestão de RH no Setor Público”

** Consultor estratégista, coaching e comunicador nas áreas de motivação, vendas, negociação, atendimento, marketing, empreendedorismo, integração de pessoas, grupos de trabalho, criatividade, inovação e qualidade de vida.

Realiza atividades em empresas privadas e públicas (orgãos da administração pública estadual e federal).
Prepara pessoas e empresas para crescerem, vencerem e, principalmente permanecerem vencedoras.
Sua especialidade é motivar pessoas, desenvolver talentos, despertando criatividade, iniciativa e liderança.

As palestras e workshops realizadas por Narciso Machado são destinadas a empresas e profissionais que desejam aprimorar e integrar suas equipes de vendas, marketing, negociadores, atendimento, liderança, qualidade de vida pessoal e profissional.

Dono de um estilo próprio, provocador, com boa dose de humor e descontração, realiza em suas apresentações dinâmicas  com exercícios adequados à realidade das empresas, todos com paralelos a situações que os participantes vivenciam no dia a dia.

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O mundo sem as Mulheres

O cara faz um esforço desgraçado para ficar rico pra quê?
O sujeito quer ficar famoso pra quê?
O indivíduo malha, faz exercícios pra quê?
A verdade é que é a mulher o objetivo do homem.
Tudo que eu quis dizer é que o homem vive em função de você.
Vivem e pensam em você o dia inteiro, a vida inteira.
Se você, mulher, não existisse, o mundo não teria ido pra frente.
Homem algum iria fazer alguma coisa na vida para impressionar outro homem, para conquistar sujeito igual a ele, de bigode e tudo.
Um mundo só de homens seria o grande erro da criação.
Já dizia a velha frase que “atrás de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher”.
O dito está envelhecido. Hoje eu diria que “na frente de todo homem bem-sucedido existe uma grande mulher”.
É você, mulher, quem impulsiona o mundo.
É você quem tem o poder, e não o homem.
É você quem decide a compra do apartamento, a cor do carro, o filme a ser visto, o local das férias.
Bendita a hora em que você saiu da cozinha e, bem-sucedida, ficou na frente de todos os homens.
E, se você que está lendo isto aqui for um homem, tente imaginar a sua vida sem nenhuma mulher.
Aí na sua casa, onde você trabalha, na rua. Só homens.
Já pensou?
Um casamento sem noiva?
Um mundo sem sogras?
Enfim, um mundo sem metas.

ALGUNS MOTIVOS PELOS QUAIS OS HOMENS GOSTAM TANTO DE MULHERES:

1- O cheirinho delas é sempre gostoso, mesmo que seja só xampu.
2- O jeitinho que elas têm de sempre encontrar o lugarzinho certo em nosso ombro, nosso peito.
3- A facilidade com a qual cabem em nossos braços.
4- O jeito que tem de nos beijar e, de repente, fazer o mundo ficar perfeito.
5- Como são encantadoras quando comem.
6- Elas levam horas para se vestir, mas no final vale a pena.
7- Porque estão sempre quentinhas, mesmo que esteja fazendo trinta graus abaixo de zero lá fora.
8- Como sempre ficam bonitas, mesmo de jeans com camiseta e rabo-de-cavalo.
9- Aquele jeitinho sutil de pedir um elogio.
10- Como ficam lindas quando discutem.
11- O modo que tem de sempre encontrar a nossa mão.
12- O brilho nos olhos quando sorriem.
13- Ouvir a mensagem delas na secretária eletrônica logo depois de uma briga horrível.
14- O jeito que tem de dizer “Não vamos brigar mais, não..”
15- A ternura com que nos beijam quando lhes fazemos uma delicadeza.
16- O modo de nos beijarem quando dizemos “eu te amo”.
17- Pensando bem, só o modo de nos beijarem já basta.
18- O modo que têm de se atirar em nossos braços quando choram.
19- O jeito de pedir desculpas por terem chorado por alguma bobagem.
20- O fato de nos darem um tapa achando que vai doer.
21- O modo com que pedem perdão quando o tapa dói mesmo (embora
jamais admitamos que doeu.)
22- O jeitinho de dizerem “estou com saudades”.
23- As saudades que sentimos delas.
24- A maneira que suas lágrimas tem de nos fazer querer mudar o mundo para que mais nada lhes cause dor.

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Drill Team

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