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Profissão não é carreira (e vice-versa)

Embora muita gente pense que profissão e carreira são a mesma coisa, não são. Um jeito rápido de diferenciar uma da outra é pensar que a profissão está relacionada ao que se pretende fazer: ser médico, artista, geólogo ou engenheiro, por exemplo. A carreira é a trajetória percorrida ao longo do exercício de uma profissão. Você pode ter se formado em Engenharia e fazer uma carreira em Recursos Humanos ou em Tecnologia da Informação.

Resultados e escolhas

O maior problema na escolha da carreira pode ser o conjunto de critérios que usamos para fazer essa opção. Nem sempre a escolha é baseada em nossos pontos fortes, desejos, habilidades e inspiração. Na maior parte das vezes, somos pressionados por fatores externos, mais voltados para resultados que devem chegar no curto prazo (ganhar bem, ter um apartamento…). Esses resultados não têm necessariamente a ver com a escolha do curso ou da profissão.

Ninguém faz bem o que não gosta

Considerando que as pessoas têm a expectativa de viver, pelo menos, 75 anos e que uma carreira se inicia por volta dos 25, é correto afirmar que a escolha de uma profissão pode determinar o que uma pessoa irá fazer durante seis a oito horas por aproximadamente 40, 50 anos. É fundamental que as pessoas passem esse tempo fazendo algo que gostem. Ninguém faz bem aquilo de que não gosta. Realização e sucesso dependem do fogo, da paixão e do amor ao que se faz. O caso é que muitos jovens escolhem um curso de graduação pensando em determinada profissão e essa escolha, geralmente, não é baseada em referências internas. Ou seja, esse jovem nunca experimentou a profissão que acredita ser a ideal na prática, vivenciando o dia a dia para saber se aquela escolha tem a ver com ele. Ele opta em função do menor tempo de duração do curso ou porque ouviu dizer que é uma carreira que remunera bem. Acontece que existem muitas carreiras que remuneram bem, há muitos médicos muito bem remunerados, muitos engenheiros, administradores, biólogos, matemáticos, jornalistas, escritores…Mas  o que os fez chegar a esse ponto? O curso que escolheram ou o caminho e as ações que tomaram ao longo do tempo no exercício da profissão?

 Gestão pessoal

Então, parece que a escolha do curso pode ser importante (e de fato é), mas não é determinante de coisa alguma. Para a realização e satisfação plena com a carreira, é necessário planejá-la. O sucesso de uma empresa depende do seu planejamento estratégico e de ações alinhadas com esse plano. A empresa considera sua missão, o que quer oferecer ao mercado, o que o mercado está precisando, quais são suas habilidades, suas forças, fraquezas, oportunidades e ameaças (a chamada Matriz SWOT, lembra?). Na carreira, também é preciso levar tudo em conta. Já parou para pensar nisso?

Escrito por: Vitor Pascoal

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Postura adequada pode garantir vaga em processos de seleção

Ficar atento aos sinais emitidos pelo recrutador pode favorecer os candidatos que estiverem em busca de um emprego.

Em uma entrevista de emprego, estar atento aos sinais emitidos pelo entrevistador pode favorecer, e muito, os candidatos que quiserem obter sucesso em uma avaliação.

Por esta razão, observar os gestos, o comportamento e as perguntas feitas pelo recrutador podem não apenas servir de referência, mas também guiar o entrevistado durante um processo de seleção.

Mas não espere por uma fórmula secreta que possa garantir o sucesso dessa empreitada. De acordo com a diretora da Projeto RH, Teresa Gama, isso não existe.

“Não há uma receita que leve o candidato a uma entrevista de sucesso pleno. Mas é possível observar os valores e sinais que o entrevistador emite no encontro e adaptar-se ao seu estilo, visando manter uma boa sintonia no contato,” explica.

Sinais
Uma das maneiras de obter um resultado positivo durante a conversa está em fazer valer os conhecimentos do candidato sobre a empresa em questão, abordando como ela administra suas relações.

Outra dica valiosa está no respeito ao tempo do entrevistador. “O candidato deve permitir que o entrevistador estabeleça os assuntos que mais o interessam e a forma como as questões devem ser respondidas”, recomenda Teresa.

Mas não é preciso ficar nervoso na ocasião, afinal, na própria apresentação os recrutadores costumam informar como a entrevista será conduzida, detalhando aos candidatos qual será o método adotado na avaliação.

Avaliação do perfil
Durante a entrevista, o entrevistador avaliará diversos aspectos do profissional. Entre eles, estão a postura, a aparência, a expressão corporal e a comunicação. “O papel do consultor será extrair a essência e personalidade do candidato. Por isso, é natural que a conversa seja mais descontraída e o clima mais amistoso”, diz Teresa.

Contudo, é preciso atenção! Afinal, o candidato não deve se exceder na informalidade neste momento. Portanto, nada de brincadeiras durante a entrevista. A recomendação é que a conversa seja o mais amigável possível, lembrando que receptividade é diferente de falta de seriedade.

Por www.administradores.com.br

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