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Como lidar com a pressão organizacional?

Quem de nós já não se deparou com a pressão do ambiente corporativo? Prazos, metas, concorrência, redução de custos e aumento de produtividade são apenas alguns dos motivos que levam as empresas a caminharem em ritmo acelerado. Assim, tem se tornado cada vez mais comum a busca por profissionais que saibam lidar com a pressão organizacional. Mas como os colaboradores têm respondido a essa pluralidade corporativa?

As empresas têm optado por profissionais que se mostram produtivos, ou seja, capazes de gerenciar e executar uma gama de informações, tomando as ações necessárias em tempo real, contudo, sem comprometer a qualidade de entrega. Tudo isso com equilíbrio emocional. Logo, estamos falando de profissionais que saibam lidar com a pressão organizacional.

Em uma equipe, reunimos pessoas com divergências de culturas, ideias e pontos de vista. Isso é saudável, porém, é importante lembrar que cada uma poderá apresentar uma reação distinta ao estímulo da pressão e o líder terá um papel importante na busca por um ambiente ponderado. Afinal as pessoas não devem fracassar diante da pressão.

Companhias têm refletido sobre essa questão e buscado mudanças, visando à qualidade de vida dos colaboradores. O investimento também é aplicado no desenvolvimento da liderança, com o objetivo de desenvolver, motivar e reter colaboradores, além de praticar técnicas que diminuam o estresse no ambiente de trabalho.

Algumas ações podem ajudar a aliviar a pressão do cotidiano, como a organização do espaço e das atividades de trabalho e a administração do tempo, fatores fundamentais para um rendimento superior e equilíbrio. Além disso, relacionar as atividades prioritárias e secundárias, definir o tempo que se destinará para a realização de cada uma delas, evitar ser interrompido, concentrar-se na tarefa a ser executada e aprender a dizer “não”, caso isso seja necessário, são algumas dicas que podem ajudar a conviver bem com a perseguição de metas e objetivos e a manter-se focado e preciso nos resultados, evitando cobranças e maior sensação de pressão.

Revista Você RH

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IBOPE realiza pesquisa sobre sustentabilidade nas empresas no Brasil

Levantamento feito com empresas nacionais e multinacionais que atuam e nosso país mostrou que apenas 48% delas tem políticas de sustentabilidade com metas e ações planejadas     

            Em mais de 40% das empresas consultadas pelo IBOPE para uma pesquisa sobre sustentabilidade, são as equipes de marketing e comercial que geram as ações relacionadas ao tema. Para Shigueo Watanabe, diretor executivo do IBOPE, esse número ajuda a entender porque o peso das ações ainda se volta mais para a imagem da empresa ou de seus produtos do que um comprometimento com o médio e longo prazo.   Talvez também contribua para esse grande domínio do pessoal do marketing sobre as ações de sustentabilidade da empresa o fato de que essa tendência está claramente entrando no mundo corporativo por pressão dos consumidores: 70% dos entrevistados afirmaram que seus clientes já procuraram saber se a organização tem algum projeto de sustentabilidade implantado. Ao responder como os empresários acreditam que será o consumidor de 2022, 91% dizem que os consumidores estarão mais atentos ao posicionamento sustentável, onde comprarão marcas de organizações socialmente responsáveis, 83% acham que os consumidores estarão dispostos a pagar mais caro por produtos que não agridam ao meio ambiente e 69% afirmam que a relação custo/benefício será o critério principal de compra.  O estudo do IBOPE foi feito com 400 médias e grandes empresas brasileiras e multinacionais atuantes no Brasil, dos ramos da indústria, comércio e serviços, para saber como o empresariado vê e trata a questão ambiental. E ele indicou que 94% dos entrevistados dizem ter conhecimento sobre o assunto. Porém, apenas 48% das empresas ouvidas tem políticas de sustentabilidade com metas e ações planejadas. Outras 45% praticam ações pontuais e 7% afirmam não ter qualquer medida para um modelo de gestão sustentável.  Ou seja, entre a intenção e a ação ainda há um abismo de boas práticas que indicam a grande probabilidade de “escorregadelas” – os malfadados Pecados Verdes do Greenwashing.  Outro item que chama a atenção é que apenas 34% das empresas escolhem diretores e conselheiros buscando equilíbrio por sexo e cor e somente cerca de 30% tem metas para equilibrar a quantidade de mulheres e homens ocupando os mesmos cargos e funções. Por outro lado, um quinto dos membros dos conselhos ou comitês de sustentabilidade – quando tais órgãos existem na hierarquia das empresas consultadas – não pertencem aos quadros da corporação, o que demonstra que começa a existir a percepção de que a amplitude e dinâmica do tema exigem opiniões de pessoas de fora da empresa, explica Watanabe. O IBOPE fez essa pesquisa porque está lançando uma nova divisão, o IBOPE Ambiental, área que atuará com consultoria para projetos em segmentos como estratégias de sustentabilidade, gerenciamento e reporte de emissões de gases de efeito estufa para governos, autarquias e setor privado e também com certificações, inicialmente nos mercados de carbono, regulados e voluntários, validando e verificando projetos de redução de emissões.
Escrito por Silvia Dias em www.revistassustentabilidade.com.br
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