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Trabalho novo? Confira 10 dicas que ajudarão a causar boa impressão aos colegas

Na ansiedade de causar uma boa impressão, o profissional pode agir de maneira inadequada e não ser bem visto logo na chegada

O “friozinho na barriga” é comum para quem está iniciando em uma nova empresa. Afinal, é tudo novo: o espaço físico, o jeito da empresa atuar, o chefe e os colegas de trabalho.

Na ansiedade de causar uma boa impressão com os outros integrantes da equipe, o profissional pode agir de maneira inadequada e não ser bem visto logo na chegada. Pensando nisso, a consultoria americana CareerBliss elaborou dicas que podem ajudar.

10 dicas          
Confira abaixo dez dicas que podem ajudar no emprego novo:

Seja pontual: chegar atrasado e ficar passeando pelo escritório, sem saber o que fazer, causa impressão de que você se acha o dono da empresa. Procure chegar no horário e se informe das atividades. Quanto antes chegar, mais tempo você terá para conhecer as instalações da empresa e os colegas.

Escreva o nome dos colegas: nesta situação, é comum que as pessoas saibam o seu nome, mas você pode não lembrar do nome de quem senta ao lado. Uma dica é escrever alguma característica de quem for apresentado que possa ajudar a recordar. Mas cuidado com as anotações: elas não podem ser ofensivas.

Cuidado com as roupas: se a maneira de se vestir não foi tratada durante o processo de contratação com o departamento de RH (Recursos Humanos), não se desespere. Vá trabalhar como você fosse a uma entrevista de emprego, ou seja, use roupas formais. Ao começar a trabalhar, perceba como os outros estão vestidos. Esta é uma excelente tática.

Evite classificar os colegas: é natural do ser humano que, ao socializar, classifique as outras pessoas, já que algumas transmitem simpatia logo de cara, enquanto outras podem causar uma má impressão. Não julgue as pessoas de imediato. Procure conhecê-las, para depois tirar suas conclusões.

Seja modesto: pessoas que se gabam mais do que as outras são mal vistas. Contar vantagens sobre a carreira termina assim que você sai da entrevista de emprego. Procure impressionar os seus colegas trabalhando e não contando vantagem.

Sorria: ao sorrir, o profissional demonstra confiança e simpatia. Além disso, ao sorrir, é disfarçar o nervosismo ou desconforto dos primeiros dias de trabalho.

Não faça fofoca: você acabou de conhecer estas pessoas, por isso, mantenha conversar leves e casuais. Se o colega quiser contar algo sobre alguém, seja discreto e tente mudar de assunto o quanto antes.

Esteja atento: como funcionário novo, a sua obrigação é ficar atento o máximo possível para entender como é a cultura da empresa. Em algumas empresas, o profissional pode ter o costume de ouvir música ou trocar mensagens instâneas. Antes de fazer qualquer coisa que cause dúvida, observe ao redor.

Faça perguntas importantes: não há problema em perguntar sobre o que causar dúvidas, já que os sistemas e os processos são desconhecidos. Mas não abuse: é possível descobrir sozinho algumas atividades, sem incomodar o outro.

Seja sincero: mostre interesse verdadeiro em alguém ou no que está sendo explicado. Mas evite elogios em excesso, pois isso mostra falsidade.

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PLANO DE CARREIRA OU DE VIDA?

Sobre o tema indicado tenho uma visão pessoal que, talvez, destoa das abordagens técnicas clássicas. Entendendo que num mundo que apresenta nítida tendência para a redução da relação de emprego e prioriza a relação de trabalho sem vínculo empregatício, num contexto globazilizado, no qual se constata vertiginosa aceleração do ritmo das mudanças socioeconômicas, fica complexo o planejamento de carreira, que, cada vez mais se aproxima  do planejamento de vida, que nos revela a cada esquina do tempo, surpresas, revelações, términos e recomeços.

Partindo do contexto descrito acima, o planejamento de carreira deve está correlacionado com os objetivos pessoais, familiares, sociais e profissionais. O profissional que fizer planejamento de carreira deve ter sabedoria para distinguir persistência de teimosia e ter presente que o único evento permanente na vida é a mudança. Por isso deve ficar sempre atento às mudanças que afetem seus objetivos ou até mesmo os tornem obsoletos. A vida só nos oferece duas alternativas: mudar para vencer ou mudar para perder. Pensar que se viva sem mudar é auto-engano. Nós não somos nós estamos em contínuo processo de mudança. A escolha fica a critério do livre arbítrio. Aqui não estou fazendo apologia da filosofia da musica do Zeca Pagodinho: deixa a vida me levar, vida leva eu, mas, apenas, contextualizando o planejamento de carreira e introduzindo a necessidade do desenvolvimento da inteligência emocional que entre outros requisitos requer flexibilidade e a tolerância à frustrações.

Pessoalmente,  não acredito em regras. Valorizo conceitos, trabalho produtivo – aquele que está alinhado com os objetivos do indivíduo -, amor, – está passando da hora de incluir o Amor como característica necessária ao desenvolvimento profissional  -, medo – por que contribui para a sobrevivência do indivíduo e do profissional – ira, sim ira, é uma das emoções básicas do ser humano,  necessária para que manifeste  desconforto emocional e mantenha a capacidade de se indignar com a incompetência, a desonestidade, a corrupção, a arrogância e a prepotência, para que possa construir  relação interpessoal  respeitosa. Como isso, não estou fazendo apologia do conflito sem causa e sem o objetivo de que as partes em conflitos consigam, com o enfrentamento  do conflito, crescer mutuamente. Como diz o Dr Paulo Gaudêncio: “ violência é ausência de agressividade, hoje falada assertividade”. Isso é, varrei seus desconfortos emocionais para debaixo do tapete, até que um belo dia, por um cisco, por uma besteira ocorre uma manifestação violenta de desagrado.

Outro requisito essencial é a flexibilidade realística, que não sirva de máscara para a acomodação ou agitação inútil como uma onda no mar, para enfrentar os eventos da vida de forma a não se deixar abater pelos inevitáveis fracassos e erros - são eles que nos humanizam -  e, nem, se empolgadar excessivamente com o sucesso circunstancial. Ambos são passados.

Todo o planejamento de carreira deve considerar que antes do profissional existe um ser humano, rico em possibilidades, emoções – Amor, Ira e Medo, completadas com o senso de dever, com os mandatos, crenças e valores aprendidos durante todo o processo de socialização – família, religião, escola, amigos, colegas de trabalho, etc. – , de capacidade de processar  inteligentemente os  fatores intervenientes.

Em matéria de planejamento, não tem saída, temos que usar de forma equilibrada os dois hemisférios cerebrais: razão e emoção. Considero, no hemisfério responsável pelas emoções, a intuição e a criatividade, para não trazer a questão da espiritualidade. A aceleração do ritmo das mudanças talvez imponha a utilização continuada da tática.

Escrito por Jansen de Queiroz Ferreira Administrador, Economista, Consultor em Gestão Polifocal, Coach de empresários, sucessores, executivos e profissionais recém formados e liberais. Membro do Grupo de Excelência no Estudo de Coaching do CRA-SP.

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